A CONSPIRAÇÃO CONTRA MICHAEL JACKSON
Laurent Guyénot, 16 de outubro de 2024
Nunca fui fã de Michael Jackson (MJ). Nem o que eu ouvira de sua música, nem o que vira de suas rotinas de dança me atraíam, embora eu achasse seu moonwalk bem legal. Assim, o gênio artístico de MJ me escapava — até que, muito recentemente, comecei a prestar atenção e percebi que havia mais em seu gênio (no sentido romano) do que música e dança. Eu tinha a vaga impressão de que ele era um produto da indústria do entretenimento e que sua fama era imerecida. E, é claro, eu havia sido bastante influenciado pela má fama que ele recebia desde o início dos anos 1990, de modo que eu o imaginava, no mínimo, como um indivíduo muito perturbado.
Mas então assisti ao vídeo de Candace Owens, “What really happened to Michael Jackson” (“O que realmente aconteceu com Michael Jackson”), publicado no mês passado, e fiquei sabendo que MJ tinha inimigos judeus poderosos e perversos que conspiraram para destruir sua reputação, sua fortuna e sua saúde. Isso despertou meu interesse, já que o poder judaico é um dos meus campos de pesquisa.
Uma rápida busca levou-me à descoberta estarrecedora de que, em 1995, dois anos após as primeiras acusações de abuso infantil contra ele, Michael Jackson lançou um single intitulado They Don’t Care About Us (“Eles não se importam conosco”), que incluía a letra:
Jew me, sue me
Everybody, do me,
Kick me, Kike me,
Don’t you black or white me.
(“Me engane, me processe
Todo mundo, me use,
Me chute, me insulte,
Não me rotule de preto ou branco.”)[1]
Uau! O Rei do Pop, cujo álbum Thriller, de 1982, é o disco mais vendido de todos os tempos (32 milhões de cópias), dizendo isso numa canção de sucesso, para o mundo inteiro ouvir? A Sony abafou as palavras ofensivas (“Jew” e “Kike” [termo pejorativo para judeus]) com ruídos grotescos e pesados, mas a letra permaneceu sem censura, e a versão original ainda pode ser ouvida aqui (1:10).
Foi então que me lembrei de que Monika Wiesak havia escrito um livro sobre MJ. Como eu havia adorado seu livro anterior, America’s Last President: What the World Lost When it Lost John F. Kennedy (“O último presidente da América: o que o mundo perdeu com a morte de John F. Kennedy”), li Michael Jackson: The Man, the Music, the Controversy (“Michael Jackson: o homem, a música, a controvérsia”), de 2023. Aqui está minha resenha dessa obra maravilhosa e necessária, com alguns acréscimos.

“A história de Michael Jackson”, escreve Wiesak, “oferece um olhar revelador sobre o mundo do entretenimento, da mídia e do poder” (p. v). E de fato oferece. Uma visão especialmente sobre o poder judaico, que é um dos meus campos de pesquisa.
Nos capítulos iniciais, Wiesak traça um retrato do homem, com base nos testemunhos de pessoas que o conheceram bem. MJ surge de forma clara como uma pessoa “amável, atenciosa e empática”. Wiesak cita as mensagens positivas de suas letras, pelas quais ele “tentava alcançar a bondade que reside na maior parte da humanidade e trazê-la à tona” (p. 158). Todos nos lembramos do single beneficente We Are the World (1985), escrito por MJ com uma ajudinha de Lionel Richie (aqui está a linda versão demo original de MJ), e interpretado por quarenta e quatro astros da música sob o nome de USA for Africa, para arrecadar fundos para a Etiópia, devastada pela fome. Foi um fenômeno mundial, e marcou o auge da influência de MJ na indústria musical.
A canção Heal the World (1991) também encapsula a essência da mensagem de MJ, que embora possa parecer ingênua, era genuinamente bem-intencionada. O videoclipe mostrava crianças do mundo inteiro unindo-se em paz e inspirando os soldados a largarem suas armas.
A letra de MJ para sua música Palestine, Don't Cry, que ele escreveu em 1993, mas nunca chegou a terminar e gravar, contém os seguintes versos:
I will pray for you,
Oh Palestine,
God’s a place for you.
Come deep in my heart,
I’ll always love you…
And I believe in you,
Oh Palestine,
I will die for you.
(“Eu rezarei por você,
Ó Palestina,
Deus é um lugar para você.
Venha fundo no meu coração,
Eu sempre te amarei…
E eu acredito em você,
Ó Palestina,
Eu morrerei por você.”)
No final da música Earth Song (1995), Michael canta: “What about the holy land, torn apart by creed” (“E a Terra Santa, dilacerada pelo credo”) — mas, se você ouvir a versão a cappella, por volta de 4:30, “creed” soa mais como “greed” (“ganância”).
Costuma-se dizer que, por não ter tido uma infância normal, MJ permaneceu infantil. Mas, embora haja alguma verdade nisso, MJ também se revela uma pessoa profunda. Fiquei impressionado com o que ele disse, em 2001, sobre seu pai, a quem ele por muito tempo guardou ressentimento por causa de seu controle abusivo:
“Comecei a ver que até mesmo a dureza de meu pai era uma forma de amor — um amor imperfeito, sem dúvida, mas amor, ainda assim. Ele me pressionava porque me amava, porque queria que nenhum homem jamais olhasse com desprezo para sua prole. E agora, com o tempo, em vez de amargura, sinto gratidão. No lugar da raiva, encontrei absolvição. E no lugar da vingança, encontrei reconciliação.” (Wiesak, p. 5–6)
Palavras como essas vêm de um homem que amadureceu até alcançar a sabedoria. Em contraste, como veremos, seus inimigos parecem ter sido pessoas extremamente negativas, gananciosas e cruéis.
Paradoxalmente, MJ era uma pessoa muito tímida, com uma relação complicada com seu próprio corpo. Isso é compreensível para um homem que passou por transformações físicas da infância à adolescência (com acne severa) até a idade adulta, tudo sob os holofotes. Mas a mídia exagerou maliciosamente seus impedimentos psicológicos. Por décadas, sugeriram que ele clareava intencionalmente sua pele, mas aprendi com o livro de Wiesak que ele sofria de uma doença chamada vitiligo, provavelmente desencadeada por queimaduras graves no couro cabeludo em 1984, que resultaram em manchas brancas irregulares se espalhando pelo seu corpo, inclusive no rosto. Seu amigo David Nordahl explicou:
“O vitiligo se espalhou, e se espalhou, e se espalhou, e era difícil para ele, quando tinha que aparecer em público ou se apresentar, conseguir o tipo certo de maquiagem… Então, no começo, ele usava maquiagem mais escura para cobrir, mas depois, à medida que isso se espalhava, ficava cada vez mais difícil fazer com que aquela pele branca combinasse com o tom do resto da pele, então ele teve que passar a usar maquiagens cada vez mais claras porque… quando você sua… não quer aquelas linhas brancas escorrendo pelo rosto.” (Wiesak, p. 10–11)
Quanto às cirurgias no nariz, ajuda ouvi-lo contar o quanto se sentia mal na adolescência quando seu pai o chamava de “narigudo” e “feio”.
Em 1985, a imprensa começou a publicar histórias brutalmente negativas sobre MJ, chamando-o de “Wacko Jacko”. Não parecia haver nenhum motivo comercial para essa má propaganda. Michael estava no auge da fama. Seria por sua imensa influência espiritual no mundo da música com o sucesso sem precedentes de We Are the World? Seria coincidência que o gangsta rap começasse a ser fortemente promovido por volta dessa época? A mensagem de MJ era o oposto exato da cultura do rap, como ilustrado no clipe de Beat It. MJ estava definitivamente fora de sintonia com a mensagem e o espírito que os produtores queriam injetar na América Negra.
Alguns depoimentos de jornalistas indicam que atacar MJ sistematicamente era uma política editorial imposta a eles de cima para baixo (Wiesak, p. 14). Por quê? “A grande mídia corporativa”, escreve Wiesak, “é uma ferramenta do império. Eles espalham propaganda e moldam nossa sociedade. Eles nos convencem de que guerras valem a pena. Moldam nossa cultura. E desumanizam seus inimigos” (p. 158). Obviamente, algumas pessoas poderosas que controlam a grande mídia decidiram que MJ era seu inimigo. Seu filho Prince recordou:
“Ele voltava para casa preocupado com sua segurança, com sua carreira, com seus bens, porque sentia que estava irritando as pessoas erradas e isso estava colocando um alvo em suas costas, seja por suas mensagens de unidade ou por estar denunciando certas entidades, por qualquer que fosse o motivo, isso colocava um alvo em suas costas.” (Wiesak, p. 159)
Em agosto de 1993, MJ foi acusado de ter abusado sexualmente do garoto Jordan Chandler, de 13 anos. Mais tarde revelou-se que o pai de Jordan, Evan Chandler, havia forçado o filho — e possivelmente o drogado — para que fizesse essas acusações. Jordan, ressentido, um ano depois, aos 14, exigiu e obteve a emancipação legal de seus dois pais.
Evan Chandler era dentista, com histórico de imperícia profissional, e tinha ambições como roteirista em Hollywood. Tentou, sem sucesso, usar a amizade do filho com MJ para seu próprio benefício. Em 8 de julho de 1993, ele foi gravado ao telefone por David Schwartz, marido de sua ex-esposa, explicando seu plano para destruir MJ. Falando sobre seu advogado, ele disse (a gravação pode ser ouvida no vídeo de Owens, aos 15 minutos):
“Escolhi o filho da puta mais desgraçado que consegui encontrar, e tudo o que ele quer é levar isso ao público o mais rápido e da forma mais grandiosa possível, e humilhar o máximo de pessoas possível… Quero dizer, pode ser um massacre se eu não conseguir o que quero… Assim que eu fizer essa ligação, esse cara vai destruir todo mundo à vista da forma mais ardilosa, cruel e suja que puder. E eu dei a ele autoridade total para fazer isso… Se eu seguir com isso, ganho em grande estilo. Não tem como eu perder. Já verifiquei tudo de ponta a ponta… Consigo tudo que quero e… a carreira de Michael vai acabar… Esse homem vai ser humilhado além da conta. Você não vai acreditar. Ele não vai acreditar no que vai acontecer com ele — além dos seus piores pesadelos. Ele não vai vender mais nenhum disco… Há outras pessoas envolvidas esperando minha ligação que estarão intencionalmente em certas posições… Tudo está seguindo um plano que não é só meu.” (Wiesak, p. 62)
Por “se eu não conseguir o que quero”, Chandler aparentemente queria dizer 20 milhões de dólares — quantia que, de fato, ele recebeu ao final, embora MJ tenha sido inocentado de todas as acusações. Mas o que Chandler queria dizer com “um plano que não é só meu”? Que plano, e de quem?
Você já deve ter adivinhado. Evan Chandler era judeu (nome original: Evan Robert Charmatz). O “filho da puta mais desgraçado” que ele contratou era o advogado judeu Barry Rothman, que se uniu ao psiquiatra judeu Dr. Mathis Abrams para montar o caso. Outro judeu envolveu-se na ofensiva: Samuel Isaac Gordon, então marido e empresário da irmã de MJ, LaToya Jackson, que a pressionou para declarar que sim, seu irmão era pedófilo. Mais tarde, ela admitiu ter mentido a pedido do marido.
Obviamente, os ataques contra MJ não vinham apenas de um bando judeu nefasto, mas envolviam uma conspiração mais ampla. É difícil resistir à hipótese de uma diretriz vinda do B’nai B’rith para os níveis mais altos da polícia e da justiça.
“A polícia foi com tudo contra Michael Jackson. Interrogou cerca de trinta crianças e suas famílias e aproximadamente duzentas testemunhas no total. Viajou para as Filipinas e Austrália, com dinheiro público, em busca de informações. Vários pais reclamaram ao advogado de MJ, Bert Fields, que os policiais lhes disseram, de forma inequívoca, que Michael havia molestado seus filhos — apesar de os próprios filhos negarem isso. A polícia mentiu, dizendo às crianças que tinha fotos nuas delas, tentando assustá-las para que fizessem acusações.” (Wiesak, p. 68)
“Enquanto isso, por não encontrar provas nas buscas na propriedade de MJ nem nos depoimentos das testemunhas, a polícia emitiu um mandado para um exame corporal completo. Em 20 de dezembro, submeteram MJ a uma humilhante revista íntima. A polícia fotografou e filmou seus genitais e nádegas.” (Wiesak, p. 72)
O efeito disso na saúde de MJ foi severo. Mas ele reagiu através do álbum HIStory, “o álbum mais pessoal de Michael”, segundo Wiesak. Ele inclui a música They Don’t Care About Us, que mencionei antes, cujo clipe original mostra MJ em uma prisão, às vezes algemado. Também inclui a belíssima Earth Song. Outra música, Tabloid Junkie, fala da manipulação da mídia:
It’s slander!
You say it’s not a sword
But with your pen you torture men,
You’d crucify the Lord.
(“É calúnia!
Você diz que não é uma espada
Mas com sua caneta você tortura homens,
Você crucificaria o Senhor.”)
Aliás, como nota Wiesak (p. 82), a música menciona o assassinato de JFK (“Truth be told, the grassy knoll”) (“Verdade seja dita, o Grassy Knoll”) e a distorção da imagem de Kennedy pela mídia.
Embora a polícia nunca tenha conseguido avançar com sua investigação criminal (dois grandes júris se recusaram a indiciar MJ em 1994), a mídia continuou a persegui-lo até os anos 2000.
Em 2003, foi ao ar o documentário Living with Michael Jackson, do cineasta britânico Martin Bashir, que passou vários meses com MJ no Rancho Neverland, na Califórnia. Ao editar as falas de MJ, o filme insinuava que ele dormia com crianças, quando na verdade MJ dissera que dormia no chão e deixava as crianças usarem a cama. Com base nessa distorção da relação de MJ com as crianças, um menino de treze anos, Gavin Arvizo — que aparece no filme — foi pressionado pelos pais a acusar MJ de abuso. Ele foi representado pelos advogados judeus William Dickerman e Larry Feldman, que contrataram os serviços do psicólogo judeu Stanley Katz. O julgamento começou no início de 2005 e durou cinco meses. Monika Wiesak escreve:
“O julgamento, em circunstâncias normais, jamais deveria ter acontecido. A cronologia era sem sentido. Os detalhes das acusações mudavam constantemente. Os Arvizo estavam magoados porque Michael havia se afastado deles. Essa raiva não era diferente da de Evan Chandler quando Michael parou de falar com ele. Os Arvizo tinham credibilidade mínima e histórico de buscar pagamento de celebridades e de processos judiciais duvidosos. Não havia evidências que sustentassem suas alegações. Não havia testemunhas confiáveis que corroborassem os relatos, nem provas físicas. Muitas testemunhas da promotoria tinham passados bastante duvidosos — gente que vendia histórias aos tabloides por dinheiro e pessoas que Michael havia processado com sucesso. Ainda assim, por cinco meses e pelos dois anos anteriores, desde a exibição do documentário de Bashir, a imprensa tratava as acusações como fatos, como se houvesse provas maciças para sustentá-las. Colocaram Michael Jackson no inferno e mancharam sua reputação a cada oportunidade. Mesmo sendo absurdas as alegações, por dois anos Michael teve de enfrentar a perspectiva de passar o resto da vida na prisão. A maneira como foi tratado foi cruel e criminosa. Mas o júri viu além disso tudo. Resistiu à enorme pressão da mídia e absolveu Michael Jackson de todas as acusações.” (p. 108–9)
O julgamento teve um alto custo para MJ, cuja saúde física e mental se deteriorou. Vou deixar que você leia o restante da história nos capítulos finais eletrizantes de Monika Wiesak. Só menciono um detalhe: “poucos dias após a morte de Michael, um pequeno trecho foi liberado para a imprensa, mostrando MJ performando parte de sua música They Don’t Care About Us”, que a mídia reproduziu repetidamente (Wiesak, p. 142). Essa é a canção na qual MJ reclamava de ter sido “jewed” e “kiked”. Seria isso algum tipo de assinatura cifrada, no estilo do Homem do Guarda-Chuva?
Mas por que exatamente MJ teria sido destruído e, por fim, morto? O poder judaico se sentiu ameaçado por sua imensa influência? MJ disse certa vez a Oprah Winfrey: “Acredito que toda arte tem como objetivo final a união entre o material e o espiritual, entre o humano e o divino. Acredito que essa seja a razão da própria existência da arte” (Wiesak, p. iv). Isso não é exatamente o oposto do rumo que a música pop tomou desde a morte de MJ? Veja a apresentação satânica de Sam Smith no Grammy de 2023, assistida por milhões de crianças. O sobrinho de Michael comentou no X (antigo Twitter):
“O que está acontecendo com o nosso mundo?!!! Pessoas/organizações tentam cancelar alguém que cantou ‘Heal The World’, ‘Man In The Mirror’ e ‘We Are The World’, mas acham totalmente normal esse cara @samsmith fazendo essa lavagem cerebral satânica em nossos jovens… Não, obrigado.”
Em Man in the Mirror, do álbum Bad (1988), MJ nos incentiva: “Se você quer fazer do mundo um lugar melhor, olhe para si mesmo e faça uma mudança”. Ele explicou em sua autobiografia Moon Walk: “É a mesma coisa que Kennedy quis dizer quando disse: ‘Não pergunte o que seu país pode fazer por você; pergunte o que você pode fazer por seu país’” (Wiesak p. 27). Na música Another Part of Me (1988), Michael cantava sobre a unidade da humanidade:
“I’m sending out a major love, and this is my message to you: The planets are lining up, we’re bringing brighter days. They’re all in line, waiting for you. Can’t you see? You’re just another part of me.”
(“Estou enviando um grande amor, e esta é a minha mensagem para você: Os planetas estão se alinhando, estamos trazendo dias melhores. Eles estão todos em fila, esperando por você. Não vê? Você é só mais uma parte de mim.”)
Talvez Michael Jackson tenha sido destruído porque seu apelo por paz e unidade incomodava os poderes que prosperam através da divisão e da violência. Sua bondade era perigosamente contagiosa.
E ainda é. Milhões de pessoas o amam e o lamentam até hoje, especialmente entre os afro-americanos. Provavelmente é por isso que a mídia continua a vilificá-lo. Isso lembra o que Jim DiEugenio chamou de “o assassinato póstumo de JFK”, a obsessão em “sufocar qualquer legado que possa perdurar”. No início de 2019, foi ao ar o calunioso documentário Leaving Neverland, baseado nas entrevistas de dois homens adultos, Wade Robson e James Safechuck, que alegaram ter sido estuprados por MJ entre 1988 e 1996. “A reação da imprensa foi brutal”, escreve Wiesak, “sem qualquer apuração. As manchetes partiram do pressuposto de que os dois estavam dizendo a verdade. Praticamente nenhum dos artigos publicados investigou a veracidade das alegações” (Wiesak, p. 146). A imprensa “clamava pelo cancelamento da música de Michael. Não bastava tê-lo atormentado em vida; tentaram destruir sua memória e sua música após a morte. Michael Jackson não teve descanso em paz” (Wiesak, p. 156).
No fim das contas, a destruição de MJ também foi uma demonstração de força: o poder judaico provou que reinava soberano na indústria do entretenimento e que ninguém podia desafiá-lo sem pagar o preço máximo. Matar o Rei do Pop rebelde foi, provavelmente para eles, um desafio da mesma magnitude que o assassinato, em plena luz do dia, do presidente americano que os enfrentou. Ou a execução de Cristo, o homem que se recusou a se ajoelhar diante de Satanás/Yahweh.
Cristo amava as crianças (Mt 19,14). Michael Jackson também. Crianças são lindas e te dão esperança na humanidade. Elas acendem a bondade em seu coração. Michael Jackson amava estar perto de crianças e fazê-las felizes. Sim, era comum que muitas crianças — inclusive seus sobrinhos e sobrinhas — estivessem em seu quarto para festas do pijama em Neverland. Você vê algo inapropriado neste vídeo? Distorcer o amor de Michael pelas crianças como pedofilia é a calúnia mais maldosa que se pode imaginar. É obra de pessoas muito perversas.
É importante lembrar essa história de um homem bom e inocente, acusado repetidamente de pedofilia, à luz das revelações atuais sobre P. Diddy (Sean Combs), cuja carreira de 30 anos como rapper e chantagista sexual foi lançada pelo executivo judeu da indústria fonográfica Lucian Grainge, e pelo produtor judeu gay Clive Davis.
Aliás, descobrimos recentemente que o chefe de segurança de P. Diddy foi o mesmo chefe de segurança de MJ nos últimos sete meses de sua vida, e foi o segundo homem a chegar ao local onde MJ morreu. Seu nome é Faheem Muhammad (ouça Ian Carrol aqui). Quatro dias antes de morrer, MJ pediu a Muhammad que ligasse para a enfermeira holística Dr.ª Cherilyn Lee, que anteriormente o havia alertado contra o uso do propofol que o Dr. Conrad Murray estava lhe administrando — e que acabaria por matá-lo. Lee testemunhou no julgamento de homicídio culposo de Murray que disse a Muhammad que estaria lá no dia 25 de junho para ajudar Michael e que, enquanto isso, Muhammad deveria levá-lo imediatamente ao hospital. Mas, claro, Muhammad não levou Michael ao hospital, e Michael estava morto no dia 25 de junho. Muhammad declarou em juízo que não se lembra de Lee ter pedido que ele chamasse o 911 ou levasse Michael ao hospital (veja em 10:50). E agora descobrimos por Rodney Jones Jr. que P. Diddy chama Muhammad de seu “cara da limpeza”, que tem “o poder de fazer pessoas e problemas desaparecerem”.
[1] A tradução mantém o sentido original, mas algumas palavras, como “Kike” (um termo pejorativo em inglês para judeus), não têm um equivalente direto em português, então foi traduzido como “me insulte” para preservar o contexto ofensivo implícito. (N.T.)
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Artigo original: https://www.unz.com/article/the-conspiracy-against-michael-jackson/
Nota d’O Recolhedor: Veja também o vídeo imperdível do canal I,Hypocrite, “The Antisemitism of Michael Jackson”.
