AUSCHWITZ: MITOS E FATOS
Mark Weber (folheto de 2001, atualizado em 2009)
Fonte: https://ihr.org/leaflet/auschwitz
Tradução brasileira original: https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2025/10/auschwitz-mitos-e-fatos-por-mark-weber.html
Tradutor do texto: Mykel Alexander (revisado por Elvira Mattoso).
Descrição: O autor questiona a narrativa oficial sobre Auschwitz como centro de extermínio nazista, alegando que muitas afirmações são simplesmente falsas. Descreve o complexo de campos (Auschwitz I, II e III) e contesta a cifra de quatro milhões de mortos, apontando números menores com base em historiadores renomados e documentos. Evidências indicam que muitos judeus incapazes de trabalhar não foram mortos, e medidas foram tomadas para reduzir a mortandade por doenças. Conclui que a história do extermínio não passou de propaganda de guerra e defende uma análise objetiva dos eventos.
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Auschwitz é considerado o mais notório centro de extermínio nazista. Durante a Segunda Guerra Mundial, nos contam, centenas de milhares de prisioneiros — a maioria deles judeus — foram sistematicamente mortos lá, especialmente em câmaras de gás.
Auschwitz foi, sem dúvida, um lugar de horror, onde muitos pereceram em circunstâncias terríveis. No entanto, grande parte do que tem sido dito sobre o campo é exagerada ou falsa. Uma análise mais próxima dos fatos questiona pelo menos alguns aspectos de sua reputação como centro de extermínio em massa sistemático.
Um grande complexo de campos
O complexo de campos de Auschwitz foi estabelecido em 1940 no que hoje é o centro-sul da Polônia. Um grande número de judeus foi deportado para lá entre 1942 e meados de 1944. O campo principal era conhecido como Auschwitz I. Birkenau, ou Auschwitz II, era supostamente o principal centro de extermínio, enquanto Monowitz, ou Auschwitz III, era um grande complexo industrial onde gasolina era produzida a partir de carvão. Além disso, havia dezenas de campos satélites menores dedicados à economia de guerra.
Quatro milhões de vítimas?
No Tribunal de Nuremberg pós-guerra, os Aliados acusaram os alemães de terem exterminado quatro milhões de pessoas em Auschwitz. Essa cifra, inventada pelos soviéticos, foi aceita acriticamente por muitos anos e frequentemente apareceu em grandes jornais e revistas americanos.[1] Hoje, nenhum historiador respeitável a aceita.
O historiador israelense do Holocausto Yehuda Bauer disse em 1989 que finalmente era hora de reconhecer que a cifra familiar de quatro milhões é um mito deliberado. Em julho de 1990, o Museu Estatal de Auschwitz na Polônia, juntamente com o Centro de Holocausto Yad Vashem de Israel, anunciou que, no total, talvez um milhão de pessoas (tanto judeus quanto não judeus) morreram lá. Nenhuma das instituições disse quantas dessas pessoas foram mortas, e nenhuma estimativa foi dada para o número daqueles supostamente gaseados.[2]
Um proeminente historiador do Holocausto, Gerald Reitlinger, estimou que talvez 700.000 judeus pereceram em Auschwitz.[3] O historiador francês do Holocausto Jean-Claude Pressac estimou em 1993 que o número daqueles que pereceram lá era de cerca de 800.000 — dos quais 630.000 eram judeus.[4]
Fritjof Meyer, um respeitado analista de política externa, autor de vários livros e editor-chefe da principal revista semanal de notícias da Alemanha, apresentou uma cifra ainda menor em 2002. Escrevendo na revista acadêmica alemã Osteuropa, ele estimou que, no total, 500.000 ou 510.000 pessoas — judeus e não judeus — pereceram em Auschwitz.[5]
Embora todas essas cifras sejam conjecturais, elas mostram como a história de Auschwitz mudou drasticamente ao longo dos anos.

Falsa câmara de gás
Por décadas, dezenas de milhares de visitantes em Auschwitz foram apresentados a uma “câmara de gás” de execução no campo principal, supostamente em seu “estado original”. Em janeiro de 1995, a prestigiada revista semanal francesa L’Express reconheceu que “tudo” sobre essa “câmara de gás” é “falso” e que, na verdade, trata-se de uma reconstrução enganosa do pós-guerra.[6]
Histórias bizarras
Houve um tempo em que se afirmou seriamente que em Auschwitz os judeus eram sistematicamente mortos com eletricidade. Jornais americanos em fevereiro de 1945, citando um relato de testemunha ocular soviético do campo recém-liberado, reportaram aos leitores que os metódicos alemães mataram judeus lá usando uma “esteira transportadora elétrica na qual centenas de pessoas podiam ser eletrocutadas simultaneamente [e] depois movidas para fornalhas. Elas eram queimadas quase instantaneamente, produzindo fertilizante para campos de repolho próximos”.[7]
No Tribunal de Nuremberg, o promotor-chefe americano Robert Jackson acusou os alemães de terem usado um dispositivo “recém-inventado” para vaporizar instantaneamente 20.000 judeus perto de Auschwitz “de tal forma que não restasse nenhum vestígio deles”.[8] Nenhum historiador respeitável aceita agora qualquer uma dessas histórias fantásticas.
A “confissão” de Höss
Uma peça chave de evidência do Holocausto é a “confissão” do ex-comandante de Auschwitz, Rudolf Höss. Em uma declaração sob juramento e em depoimento perante o Tribunal de Nuremberg em 15 de abril de 1946, ele declarou que, entre maio de 1940 e dezembro de 1943, enquanto era comandante do complexo de campos, “pelo menos dois milhões e meio de vítimas foram executadas e exterminadas lá por gaseamento e queima”, e que “pelo menos outros meio milhão sucumbiram à fome e à doença, totalizando cerca de três milhões de mortos” apenas nesse período.[9]
Embora ainda seja amplamente citada como evidência histórica sólida, essa “confissão” é na verdade uma declaração falsa obtida por tortura. Alguns anos após a guerra, o sargento de inteligência militar britânica Bernard Clarke descreveu como ele e outros cinco soldados britânicos torturaram o ex-comandante para obter sua “confissão”. O próprio Höss explicou privadamente sua provação nessas palavras: “Certamente, assinei uma declaração de que matei dois milhões e meio de judeus. Eu poderia muito bem ter dito que foram cinco milhões de judeus. Há certos métodos pelos quais qualquer confissão pode ser obtida, seja verdadeira ou não”.[10]
Mesmo historiadores que geralmente aceitam a história de extermínio do Holocausto agora reconhecem que muitas das declarações específicas feitas na “confissão” de Höss simplesmente não são verdadeiras. Para começar, nenhum estudioso sério agora afirma que algo como dois milhões e meio ou três milhões de pessoas pereceram em Auschwitz.
A “confissão” de Höss ainda alega que judeus já estavam sendo exterminados por gás no verão de 1941 em três outros campos: Belzec, Treblinka e Wolzek. O campo “Wolzek” mencionado por Höss é uma completa invenção. Tal campo não existiu, e o nome não é mais mencionado na literatura do Holocausto. Além disso, aqueles que aceitam a história do Holocausto atualmente afirmam que os gaseamentos de judeus não começaram em Auschwitz, Treblinka ou Belzec até algum momento em 1942.
Muitos presos judeus incapazes de trabalhar
Milhares de documentos secretos de guerra alemães sobre Auschwitz foram confiscados pelos Aliados após a guerra. Mas nenhum deles se refere a uma política ou programa de extermínio. Na verdade, a familiar história de extermínio em Auschwitz não pode ser conciliada com a evidência documental.
Muitas vezes se alega que todos os judeus em Auschwitz que não podiam trabalhar eram imediatamente mortos. Judeus que eram velhos demais, jovens, doentes ou fracos supostamente eram gaseados ao chegar, e apenas aqueles que podiam ser trabalhados até a morte eram temporariamente mantidos vivos.
Mas as evidências mostram o contrário. Na verdade, uma porcentagem muito alta dos prisioneiros judeus não era capaz de trabalhar e, no entanto, não era morta. Por exemplo, uma mensagem de telex interna alemã datada de 4 de setembro de 1943, do chefe do departamento de alocação de mão de obra do Escritório Central Econômico e Administrativo da SS (WVHA), relatou que, dos 25.000 judeus detidos em Auschwitz, apenas 3.581 eram capazes de trabalhar, e que todos os restantes prisioneiros judeus — cerca de 21.500, ou cerca de 86 por cento — eram incapazes de trabalhar.[11]
Isso também é confirmado em um relatório secreto datado de 5 de abril de 1944, sobre “medidas de segurança em Auschwitz”, de Oswald Pohl, chefe do sistema de campos de concentração da SS, para o chefe da SS Heinrich Himmler. Pohl relatou que havia um total de 67.000 detentos no complexo inteiro de Auschwitz, dos quais 18.000 estavam hospitalizados ou incapacitados. No campo Auschwitz II (Birkenau), supostamente o principal centro de extermínio, havia 36.000 detentos, em sua maioria mulheres, dos quais “aproximadamente 15.000 são incapazes de trabalhar”.[12]
As evidências mostram que Auschwitz-Birkenau foi estabelecido principalmente como um campo para judeus que não eram capazes de trabalhar, incluindo doentes e idosos, bem como para aqueles que estavam temporariamente aguardando designação para outros campos. Essa é a visão considerada do Dr. Arthur Butz, da Northwestern University, que também diz que isso foi uma razão importante para a taxa de mortalidade excepcionalmente alta lá.[13]
O estudioso judeu Arno Mayer, professor de história na Universidade de Princeton, reconhece em seu livro de 1988 sobre a “solução final” que mais judeus pereceram em Auschwitz como resultado de tifo e outras causas “naturais” do que foram executados.[14]
Anne Frank
Talvez o prisioneiro mais conhecido de Auschwitz seja Anne Frank, lembrada por seu famoso diário. Mas poucas pessoas sabem que milhares de judeus, incluindo Anne e seu pai, Otto Frank, “sobreviveram” a Auschwitz.
A jovem de 15 anos e seu pai foram deportados dos Países Baixos para Auschwitz em setembro de 1944. Várias semanas depois, diante do avanço do exército soviético, Anne foi evacuada de Auschwitz junto com muitos outros judeus para o campo de Bergen-Belsen, no oeste da Alemanha, onde morreu de tifo em março de 1945. Enquanto esteve em Auschwitz, Otto Frank contraiu tifo e foi enviado ao hospital do campo para se recuperar. Ele foi um dos milhares de judeus doentes e debilitados que foram deixados para trás quando os alemães abandonaram o campo em janeiro de 1945, pouco antes de ser invadido pelos soviéticos. Ele morreu na Suíça em 1980.
Se a política alemã tivesse sido matar Anne Frank e seu pai, eles não teriam sobrevivido a Auschwitz. Seu destino, embora trágico, não pode ser conciliado com a familiar história de extermínio.
Propaganda aliada
A história do gaseamento em Auschwitz baseia-se, em grande parte, em depoimentos de ex-prisioneiros judeus que não viram pessoalmente nenhum sinal real de extermínio. Suas crenças são compreensíveis, pois rumores sobre gaseamentos em Auschwitz eram amplamente difundidos. Aviões aliados lançaram grandes quantidades de panfletos, escritos em polonês e alemão, sobre Auschwitz e áreas vizinhas, que afirmavam que pessoas estavam sendo gaseadas no campo. A história do gaseamento em Auschwitz, que era uma parte importante do esforço de propaganda de guerra dos Aliados, também foi transmitida para a Europa por estações de rádio aliadas.[15]
Testemunho de sobreviventes
Ex-presos confirmaram que não viram evidência de extermínio em Auschwitz.
Uma mulher austríaca, Maria Vanherwaarden, testemunhou sobre suas experiências no campo em um tribunal do distrito de Toronto em março de 1988.[16] Ela foi internada em Auschwitz-Birkenau em 1942 por ter tido relações sexuais com um trabalhador forçado polonês. Na viagem de trem para o campo, uma mulher cigana disse a ela e às outras que todas seriam gaseadas em Auschwitz. Ao chegarem, Maria e as outras mulheres foram ordenadas a se despir e entrar em uma grande sala de concreto sem janelas, para tomar banho. Aterrorizadas, as mulheres tinham certeza de que estavam prestes a morrer. Mas, em vez de gás, saiu água dos chuveiros.
Auschwitz não era um resort de férias, confirmou Maria. Ela testemunhou a morte de muitas companheiras de prisão por doenças, particularmente tifo. Ela viu algumas se suicidarem. Mas ela não viu evidência alguma de matanças em massa, gaseamentos ou de qualquer programa de extermínio.
Uma judia chamada Marika Frank chegou a Auschwitz-Birkenau da Hungria em julho de 1944, quando 25.000 judeus supostamente eram gaseados e cremados diariamente. Ela testemunhou após a guerra que não ouviu nem viu nada sobre câmaras de gás durante o tempo em que esteve internada lá. Ela ouviu as histórias de gaseamento somente mais tarde.[17]
Presos libertados
Mais de 200.000 prisioneiros foram transferidos de Auschwitz para outros campos, e cerca de 8.000 estavam no campo quando foi libertado pelas forças soviéticas. Além disso, cerca de 1.500 prisioneiros que cumpriam suas sentenças foram libertados e retornaram aos seus países de origem.[18] Se Auschwitz tivesse realmente sido um centro de extermínio ultrassecreto, é difícil acreditar que as autoridades alemãs teriam libertado detentos que “sabiam” o que estava acontecendo lá.
Fotos aéreas reveladoras
Fotografias detalhadas de reconhecimento aéreo dos Aliados tiradas de Auschwitz-Birkenau em vários dias aleatórios de 1944 — durante o auge do suposto período de extermínio lá — foram tornadas públicas pela CIA em 1979. Essas fotos não mostram vestígios de pilhas de cadáveres, chaminés de crematórios fumegantes ou massas de judeus aguardando a morte, coisas que foram repetidamente alegadas e todas as quais seriam visíveis se Auschwitz tivesse sido o centro de extermínio que se diz que foi.[19]
Alegações absurdas de cremação
Especialistas em cremação têm confirmado que milhares de cadáveres não poderiam ter sido cremados todos os dias durante a primavera e o verão de 1944 em Auschwitz, como muitas vezes foi alegado. Ivan Lagacé, gerente de um grande crematório no Canadá, testemunhou em tribunal em abril de 1988 que a história de cremação em Auschwitz é tecnicamente impossível. A alegação de que 10.000 ou até 20.000 cadáveres foram queimados todos os dias em Auschwitz no verão de 1944 em crematórios e fossas abertas é simplesmente “absurda” e “além da realidade”, declarou ele sob juramento.[20]
Especialista em gaseamento refuta a história de extermínio
Um renomado especialista americano em câmaras de gás, Fred A. Leuchter, examinou cuidadosamente as supostas “câmaras de gás” na Polônia e concluiu que a história de gaseamento em Auschwitz é absurda e tecnicamente impossível. Na época em que realizou seu exame, Leuchter era reconhecido como o maior especialista em projeto e instalação de câmaras de gás usadas nos Estados Unidos para executar criminosos condenados. Por exemplo, ele projetou uma instalação de câmara de gás para o presídio estadual de Missouri.
Em fevereiro de 1988, ele realizou um exame detalhado no local das “câmaras de gás” em Auschwitz, Birkenau e Majdanek na Polônia, que ainda estão de pé ou apenas parcialmente em ruínas. Em depoimento sob juramento a um tribunal de Toronto e num relatório técnico, Leuchter descreveu todos os aspectos de sua investigação. Ele concluiu que as instalações de gaseamento alegadas não poderiam ter sido usadas para matar pessoas. Entre outras coisas, ele apontou que as chamadas “câmaras de gás” não estavam devidamente seladas ou ventiladas para matar seres humanos sem também matar o pessoal do campo alemão.[21]
O Dr. William B. Lindsey, um químico pesquisador empregado por 33 anos pela Dupont Corporation, testemunhou da mesma forma num processo judicial de 1985: que a história de gaseamento em Auschwitz é tecnicamente impossível. Com base em um exame cuidadoso no local das “câmaras de gás” em Auschwitz, Birkenau e Majdanek, e em seus anos de experiência, ele declarou: “Cheguei à conclusão de que ninguém foi deliberada ou intencionalmente morto com Zyklon B [gás ácido cianídrico] dessa maneira. Eu considero isso absolutamente impossível”.[22]
Em março de 1992, um proeminente engenheiro austríaco ganhou as manchetes quando um relatório que ele havia escrito sobre supostas câmaras de gás alemãs de guerra foi tornado público. Walter Lüftl, um engenheiro especialista reconhecido pelo tribunal que dirigia uma grande empresa de engenharia em Viena, concluiu que as histórias familiares de extermínio em massa de judeus em câmaras de gás nos campos de guerra de Auschwitz e Mauthausen são impossíveis por razões técnicas. Lüftl também confirmou especificamente as descobertas de Leuchter sobre Auschwitz.[23]
Himmler ordena redução da taxa de mortalidade
Em resposta às mortes por doença de muitos prisioneiros, especialmente tifo, as autoridades alemãs responsáveis pelos campos ordenaram medidas firmes de contenção da mortandade. O chefe do escritório de administração de campos da SS enviou uma diretiva datada de 28 de dezembro de 1942 para Auschwitz e os outros campos de concentração. Ela criticava duramente a alta taxa de mortalidade de detentos devido a doenças e ordenava que “os médicos dos campos devem usar todos os meios à sua disposição para reduzir significativamente a taxa de mortalidade nos vários campos”. Além disso, ordenou: “Os médicos dos campos devem supervisionar mais frequentemente do que no passado a nutrição dos prisioneiros e, em cooperação com a administração, apresentar recomendações de melhoria aos comandantes dos campos. (…) Os médicos dos campos devem garantir que as condições de trabalho nos vários locais de trabalho sejam melhoradas o máximo possível”.
Finalmente, a diretiva enfatizou que “o Reichsführer SS [Heinrich Himmler] ordenou que a taxa de mortalidade seja absolutamente reduzida”.[24]
Combate às doenças
Conforme ordenado, os médicos alemães em Auschwitz realizaram medidas amplas e intensivas para reduzir a taxa de mortalidade dos prisioneiros. Por exemplo, em uma carta de 25 de fevereiro de 1943, o médico do campo Dr. Wirths informou o escritório central WVHA [Escritório Central Econômico e Administrativo da SS], responsável pelo sistema de campos de concentração da SS:
“Como já reportado, após a epidemia de tifo no campo de Auschwitz ter sido praticamente suprimida em novembro e dezembro, seguiu-se um novo aumento de casos de tifo entre os internos de Auschwitz, bem como entre as tropas, trazido pelos transportes recém-chegados do Leste. Apesar das contra-medidas que foram imediatamente tomadas, uma supressão completa dos casos de tifo ainda não foi alcançada”.[25]
Nada disso pode ser conciliado com a atual versão oficial do extermínio em Auschwitz.
Resumo
Manter os ódios e paixões do passado impede a reconciliação genuína e a paz duradoura. A história do extermínio em Auschwitz surgiu como propaganda aliada na Segunda Guerra Mundial. E toda propaganda de guerra, a menos que o ódio e a paixão tenham a palavra final, deve ser vista criticamente. Já passou da hora de analisarmos com maior objetividade esse capítulo altamente polemizado da história.
[1] Nuremberg document 008–USSR. International Military Tribunal (IMT) “blue series”, vol. 39, p. 241, 261; Nazi Conspiracy and Aggression (NC&A), “red series”, vol. 1, p. 35; C. L. Sulzberger, “Oswiecim Killings Placed at 4,000,000”, The New York Times, 8 de maio de 1945, e The New York Times, 31 de janeiro de 1986, p. A4.
[2] Yehuda Bauer, “Fighting the Distortions”, The Jerusalem Post (Israel), 22 de setembro de 1989; “Auschwitz Deaths Reduced to a Million”, Daily Telegraph (London), 17 de julho de 1990; “Poland Reduces Auschwitz Death Toll Estimate to 1 Million”, The Washington Times, 17 de julho de 1990, p. A11.
[3] Gerald Reitlinger, The Final Solution (London: Sphere [2ª ed.], 1971), p. 500–501.
[4] Jean-Claude Pressac, Le Crématoires d’Auschwitz: La Machinerie du meurtre de mass (Paris: CNRS, 1993), p. 148. Veja também: Mark Weber, “New ‘Official’ Changes in the Auschwitz Story”, The Journal of Historical Review, maio-agosto de 2002, p. 24–28. Link: https://ihr.org/journal/v21n3p24_weber.html.
[5] Fritjof Meyer, “Die Zahl der Opfer von Auschwitz”, Osteuropa, maio de 2002, p. 631–641. Citado em Mark Weber, “New ‘Official’ Changes in the Auschwitz Story”, The Journal of Historical Review, maio-agosto de 2002, p. 24–28. Link: https://ihr.org/journal/v21n3p24_weber.html.
[6] Eric Conan, “Auschwitz: La Memoire du Mal”, L’Express, janeiro, 19–25, 1995, p. 54–73. Ver também “Major French Magazine Acknowledges Auschwitz Gas Chamber Fraud”, Journal of Historical Review, janeiro-fevereiro de 1995, p. 23–24. Link: https://ihr.org/journal/v15n1p23_Weber.html.
[7] Washington (DC) Daily News, 2 de fevereiro de 1945, p. 2, 35. (United Press dispatch from Moscow).
[8] IMT “blue series”, vol. 16, p. 529–530. (21 de junho, 1946).
[9] IMT “blue series”, vol. 11, p. 414–418, e IMT, vol. 33, p. 275–279 (Nuremberg document 3868–PS [USA-819]).
[10] Rupert Butler, Legions of Death (England: 1983), páginas 235; Robert Faurisson, “How the British Obtained the Confessions of Rudolf Höss”, The Journal of Historical Review, inverno de 1986–87, p. 389-403. Link: https://ihr.org/journal/v07p389_Faurisson.html. Tradução em português: “Como os britânicos obtiveram as confissões de Rudolf Höss – parte 1”, World Traditional Front, 14 de novembro de 2024 (demais partes na continuação do próprio artigo). Link: https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2024/11/como-os-britanicos-obtiveram-as.html.
[11] Archives of the Jewish Historical Institute of Warsaw, German document No. 128. Citado em: H. Eschwege, ed., Kennzeichen J (Berlin [East]: 1966), p. 264.
[12] Nuremberg document NO–021. Nuremberg Military Tribunal (NMT) “green series”, vol. 5. p. 384–385.
[13] Arthur Butz, The Hoax of the Twentieth Century (Chicago: 2003), p. 157–159.
[14] Arno Mayer, Why Did the Heavens Not Darken?: The ‘Final Solution’ in History (Pantheon, 1988), p. 365.
[15] Nuremberg document NI–11696. NMT “green series”, vol. 8, p. 606.
[16] Testimony in Toronto District Court, 28 de março de 1988. Toronto Star, 29 de março de 1988, p. A2; Barbara Kulaszka, ed., Did Six Million Really Die?: Report of the Evidence in the Canadian ‘False News’ Trial of Ernst Zündel (Toronto : 1992), p. 253–255. Link: https://ihr.org/books/kulaszka/21herwaarden.html.
[17] Sylvia Rothchild, ed., Voices from the Holocaust (New York: 1981), p. 188–191.
[18] Franciszek Piper, ensaio em: Yisrael Gutman & Michael Berenbaum, eds., Anatomy of the Auschwitz Death Camp (1994), p. 71.
[19] Cf. Dino A. Brugioni e Robert C. Poirier, The Holocaust Revisited (Washington, DC: Central Intelligence Agency, 1979).
[20] Testemunho no Tribunal Distrital de Toronto, 5–6 de abril de 1988. Canadian Jewish News (Toronto), 14 de abril 1988, p. 6; Barbara Kulaszka, ed., Did Six Million Really Die?: Report of the Evidence in the Canadian ‘False News’ Trial of Ernst Zündel (Toronto: 1992), p. 267–271. Link: https://ihr.org/books/kulaszka/26lagace.html.
[21] Testemunho no Tribunal Distrital de Toronto, 20–21 de abril de 1988. Barbara Kulaszka, ed., Did Six Million Really Die?: Report of the Evidence in the Canadian ‘False News’ Trial of Ernst Zündel (Toronto: 1992), p. 354-362. Link: https://ihr.org/books/kulaszka/33leuchter.html. The Leuchter Report (Toronto: 1988). Link: https://ihr.org/books/leuchter/leuchter.toc.html (edição brasileira: Acabou o Gás!…: O Fim de um Mito: O Relatório Leuchter sobre as Alegadas Câmaras de Gás de Auschwitz, Birkenau e Majdanek. Editora Revisão: 1989).
[22] The Globe and Mail (Toronto), 12 de fevereiro de 1985, p. M3. Ver também: Michael A. Hoffman II, The Great Holocaust Trial (1995 [3ª ed.]), p. 65–66.
[23] Walter Lüftl, “The Lüftl Report: An Austrian Engineer’s Report on the ‘Gas Chambers’ of Auschwitz and Mauthausen”, The Journal of Historical Review, winter 1992–93, páginas 391–420. Link: https://ihr.org/journal/v12p391_Luftl.html.
[24] Nuremberg document PS–2171, Annex 2. NC&A “red series”, vol. 4, p. 833–834.
[25] Documento 502–1–68, p. 115–116, dos arquivos do Centro de Custódia de Documentos Históricos, Moscou. Citado por Carlo Mattogno em “Die ‘Gasprüfer’ von Auschwitz”, Vierteljahreshefte für freie Geschichtsforschung, março de 1998, p. 16 (e nota de rodapé 26). Citado em Mark Weber, “High Frequency Delousing Facilities at Auschwitz”, The Journal of Historical Review, maio-junho de 1999, p. 4–12. Link: https://ihr.org/journal/v18n3p-4_Weber.html.
