2 comentários em “Concílio de Quierzy (853) e a predestinação”

    1. Olá, Marcos, salve Maria.

      Talvez tenha havido um pequeno lapso de digitação, o que explicaria nossa dificuldade inicial em compreender o seu comentário. O senhor quis dizer isto: “Rejeitar a dupla predestinação é rejeitar Santo Agostinho, o que seria uma contradição na Igreja Católica — não pode.”?

      Se for esse o caso, poderia, por gentileza, indicar as obras ou passagens de Santo Agostinho que sustentem tal afirmação? Porque a Igreja, que sempre considerou (e considera) Santo Agostinho um de seus principais pilares de ortodoxia, jamais admitiu a doutrina da dupla predestinação. Deus, segundo a fé católica, predestina somente os eleitos à vida eterna; quanto aos demais, Ele não os predestina ao Inferno, mas apenas prevê — com presciência divina — a livre rejeição que farão de Sua graça.

      Fraternalmente em Cristo,
      O Recolhedor

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