HOUVE UM ATAQUE COM ARMA NUCLEAR?
Norberto Toedter, c. 2013
Fukushima não teria sido acidente
Há dois anos, neste mês de março, jornais e TVs do mundo inteiro foram movimentados pelas notícias que vinham do extremo Oriente. Acontecera o desastre na usina nuclear de Fukushima, no Japão. Por estranha coincidência, foi num dia 11.
Acompanhando aquele noticiário, chamou-me a atenção a atitude daquele povo. Nada de desespero, nada de lamentações. Ao contrário, mostrava disposição para o trabalho e, pasmem, até disposição para sacrifício da própria vida em prol do bem comum. Pensei comigo: aí está uma etnia que ainda preserva valores morais. Talvez o futuro esteja reservado ao Japão.
Possivelmente seja esse o motivo da desgraça que se abateu sobre eles. Segundo está revelando o jornalista americano Jim Stone, Fukushima não foi um desastre: foi um ataque bélico com bomba nuclear. Para o Japão, a terceira depois de Hiroshima e Nagasaki.
Jim Stone apresenta a denúncia muito bem documentada, como podem verificar pelo seu portal (enquanto não for censurado): http://jimstonefreelance.com/fukushima.html.[1] O texto vem em inglês, havendo também a opção alemã. Antecipo aqui um resumo dos fatos que são apresentados.
O terremoto e o tsunami não tiveram a força anunciada. Eram incapazes de ocasionar os danos divulgados. O reator 4 estava em manutenção e sem combustível, portanto não podia estar enriquecendo plutônio, processo este que alegadamente teria causado a explosão. Não estava em operação, portanto não podia explodir.
O reator 3 simplesmente sumiu, portanto o que a imprensa noticiava sobre pressão e temperatura no seu interior era mentira. As bombas, destinadas a prover a refrigeração, não funcionavam porque não recebiam energia elétrica, nem mesmo dos geradores móveis trazidos às pressas. Não funcionavam porque os circuitos elétricos, controlados pelo sistema SCADA da Siemens, estavam paralisados, provavelmente por um vírus chamado STUXNET, o qual teria sido desenvolvido especialmente para esses sistemas de controle.
Mas, pergunta-se, e a explosão que reduziu a pó muros de concreto que tinham dois metros de espessura? Aí vem a parte mais séria da denúncia: foi uma explosão nuclear. Possivelmente as ogivas teriam sido introduzidas na usina embutidas em novas câmaras de segurança que acabaram de ser fornecidas pela MAGNA BSP, de Avara, Israel. Fica próximo à indústria DIMONA, que produz armas nucleares. Essas câmaras tinham o estranho peso de 400 kg (!). Através do Jerusalem Post, soube-se que durante aqueles dias foi mantido um permanente contato via internet entre a DIMONA e a usina de Fukushima. Na foto abaixo vemos à direita a câmara Magna BSP e à esquerda o croqui de uma arma nuclear tipo “gun”.

Dizem que o japonês precisava de uma lição, pois não estava disposto a vender urânio enriquecido ao Irã?
[1] E parece que o foi… Mas, graças a Deus, temos o Internet Archive, onde se pode acessar o seu relatório em inglês <https://archive.org/details/FukushimaSabotageProvedJimStonev2/mode/2up> e em espanhol <https://archive.org/details/fukushimasabotage/Tsu.Fuku.Inves.Parte.I/mode/2up>. (N.E.)
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Retirado de: Pobre mundo novo! Sangue, suor, lágrimas e muita mentira. Curitiba: Editora e Livraria do Chain, 2015, p. 23–25.
