Iluminura representando o batismo do Rei Clóvis. Grandes Chroniques de France de Charles V. Paris, XIVème siècle. Bibliothèque nationale de France.
Adam Weishaupt
La République universelle, de Anacharsis Kloots.
De Gaulle ao microfone em Londres, o que lhe rendeu o apelido nada lisonjeiro para um militar: “general do microfone”.
Robert Badinter, Ministro da Justiça (Garde des Sceaux), defendendo na Assembleia Nacional seu projeto de lei visando a suprimir a pena de morte. A lei n.º 81–908 de 9 de outubro de 1981, que abolia a pena de morte, foi promulgada em 10 de outubro de 1981. Ele é filho de Simon Badinter, judeu originário da Bessarábia, e de Charlotte Rosenberg.
O visconde republicano… Henry de Lesquen, o “idiota útil” do sarkozismo ao microfone da Radio Courtoisie, o “ópio dos nacionais”.
Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (a monarquia segura as correntes quebradas da tirania, o gênio da nação segura o cetro do poder). Pintura atribuída a Jean Jacques François Barbier, conhecida como Eine (1738-1826), 1789. Óleo sobre madeira. Dimensões: 0,71 x 0,56 m. Paris, Museu Carnavalet.
Um tribunal durante os Massacres de Setembro. Guache dos irmãos Lesueur.
Isaac Le Chapelier
Pierre-Joseph Proudhon, em Solution du problème social (“Solução do problema social”), defendia uma cooperação financeira mútua entre trabalhadores, a fim de transferir o controle das relações econômicas dos capitalistas e financistas para os trabalhadores. Era o contraponto à usura judaica.
Alphonse Toussenel, socialista, anglófobo e antissemita, denunciava em Les Juifs, rois de l’époque: histoire de la féodalité financière (“Os judeus, reis da época: história da feudalidade financeira”) (1847) o controle judaico sobre a França. Édouard Drumont lhe prestaria homenagem, assim como a Action française de então.
Georges Sorel, moralista rigoroso, tinha horror ao relaxamento dos costumes, exigindo o sublime, “essa tensão da alma que faz realizar as grandes coisas, as altas ações”. Pode-se considerá-lo precursor do romantismo fascista. É sobretudo conhecido por suas Reflexões sobre a violência. Cf. La Politique, N.º 144, 145, 146.
Charles Maurras na Academia Francesa. Como o Marechal Pétain, foi dela destituído por De Gaulle.
José-Antonio Primo de Rivera, terceiro marquês de Estella, grande de Espanha, fundador da Falange. Feito prisioneiro pelos “republicanos”, foi condenado à morte por um “tribunal popular”. Repousa na basílica de Santa Cruz do Vale dos Caídos, ao norte de Madrid. É autor das palavras do muito belo hino da Falange, Cara al Sol.

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Nicolas Sarkozy em Israel, segurando entre as mãos a Menorá de nove braços ou As Nove Luzes cabalistas.

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