Hamburger Nachrichtenblatt der Alliierten Militrärregierung (“Boletim de Notícias de Hamburgo do Governo Militar Aliado”), 9 de maio de 1945: Der Krieg ist vorüber! (“A guerra acabou!”)
Europa (1871–1914)
Europa (1939–1945)
Europa após 1945
Stefan Scheil, Churchill, Hitler und der Antisemitismus: Die deutsche Diktatur, ihre politischen Gegner und die europäische Krise der Jahre 1938/39 (Duncker & Humblot, 2009)
Erkki Hautamäki, Finnland im Auge des Sturms (tradução alemã independente, 2022)
Pacto Churchill-Stálin (15 de outubro de 1939):
Frente N — Ocupação soviética da Finlândia.
Frente M — Operação ofensiva anglo-francesa.
Frente E — Operação ofensiva soviética.
Frente S — Operação ofensiva anglo-francesa e soviética nos Bálcãs.

“Joguei golfe hoje com Joe Kennedy [Joseph P. Kennedy, que foi Embaixador de Roosevelt na Grã-Bretanha nos anos imediatamente anteriores à guerra]. Perguntei-lhe sobre suas conversas com Roosevelt e Neville Chamberlain a partir de 1938. Ele disse que a posição de Chamberlain em 1938 era que a Inglaterra não tinha nada com que lutar e que não podia arriscar entrar em guerra com Hitler. A opinião de Kennedy: que Hitler teria atacado a Rússia sem qualquer conflito posterior com a Inglaterra, se não tivesse sido pelas insistências de Bullitt [William C. Bullitt, então Embaixador na França] pressionando Roosevelt, no verão de 1939, para que os alemães fossem contidos pela Polônia; que nem os franceses nem os britânicos teriam transformado a questão da Polônia numa causa de guerra se não fosse pela constante pressão de Washington. Bullitt, disse ele, continuava dizendo a Roosevelt que os alemães não lutariam, Kennedy dizia que lutariam, e que dominariam toda a Europa. Chamberlain, segundo ele, dizia que a América e os judeus do mundo haviam forçado a Inglaterra a entrar na guerra. Em sua conversa telefônica com Roosevelt, no verão de 1939, o Presidente ficava insistindo para que ele [Kennedy] “colocasse algum ferro na espinha” de Chamberlain. A resposta de Kennedy sempre era que colocar ferro na espinha dele não adiantava nada, a menos que os britânicos tivessem com o quê lutar — e eles não tinham.”[7]


[1] Documents on British Foreign Policy, 1919–1939, Series 3, Volume VII, H.M.S.O., 1954, Doc. 537.

[2] Aqui, em seu artigo original, Toedter referencia a página 110 da obra A última tentativa, de Dahlerus. Mas como se trata de uma tradução do título original, ficamos sem saber então que edição foi consultada por ele. (N.E.).

[3] Cf. David L. Hoggan, The Forced War: When Peaceful Revision Failed (Institute for Historical Review, 1989).

[4] Cf. Erich Kern, Bernhard Steidle (Hrsg.), Verheimlichte Dokumente: Was den Deutschen verschwiegen wird, Band 2 (FZ-Verlag, 1995).

[5] Não encontramos referências a uma associação com esse nome (em polonês, é claro) citada por Toedter. (N.E.)

[6] Cf. Karl Radl, “The Jewish Origin of Franklin Delano Roosevelt’s ‘Secret Nazi Map’ of South America”. Substack, 28 dez. 2024. Disponível em: <https://karlradl14.substack.com/p/the-jewish-origin-of-franklin-delano>. Acesso em: 7 jul. 2025. Também do mesmo autor, “Analysing Franklin Delano Roosevelt’s ‘Secret Nazi Map’ of South America”. Substack, 20 jan. 2025. Disponível em: <https://karlradl14.substack.com/p/analysing-franklin-delano-roosevelts>. Acesso em: 7 jul. 2025. (N.E.)

[7] The Forrestal Diaries. Edited by Walter Millis. New York: The Viking Press, 1951, p. 121–123.

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