Papa Pio XII (1876–1958)
The Undermining of the Catholic Church, mais popularmente conhecida no Brasil como A Questão Pacelli.
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4 comentários em “A Questão Pacelli em Mary Ball Martínez”

  1. Em dezembro pp. tive a temeridade, no blog NovusOrdoWatch, de emitir comentários criticando a atuação prática de Pio XII durante seu pontificado. Fui objeto de uma enorme campanha de agressões, difamações, censura e até xingamentos, capitaneados pelo dono do blog, Mario Derksen. Fiquei surpreendido, porque nenhuma crítica séria ou refutação foi produzida, apenas insultos, negativas indignadas e rasgação de vestes. Ninguém nunca respondeu nada. Acabei sendo bloqueado. Não entendi o porque dessa fúria toda, até o dia em que uma raposa felpuda – e bem informada – comentou que, entre as medidas que Prevost (Leão XIV) está tomando para cooptar os conservadores, tradicionalistas e até sedevacantistas, se incluiria, em futuro próximo, a canonização de Pacelli. Será?

  2. É verdade, Recolhedor, é um tema proibido. Se voce o critica, eles viram bicho e te cobrem de pedrada. O livro “A Questão Pacelli” de May Ball Martinez, que voce publicou, mostra que ele nada tinha de santo, era de família peregrina e apoiou o comunismo o quanto pode. Mesmo assim, tem gente que já começa a chama-lo de “venerável” e até lhe atribuir milagres (!). Haja cegueira.
    Veja como ele fica de auréola:
    https://romancatholicman.com/wp/amazing-miracle-story-for-pope-pius-xii-canonization/

  3. Não é surpresa os fatos registrados no livro sobre Pacelli. Outros sérios sedevacantistas já alertaram as “facilidades” para abertura da Igreja deixadas por Pacelli. No entanto, o quê me estranha são as referências citadas que “comentaram” sobre a obra citada. Malachi Martin? Não acredito que ainda dão “ouvidos” às citações desse bon vivant que abandonou o Sacerdócio para ficar rico rico com seus livros e trabalhar com a comunidade judaica novaiorquina. Ele não é referência alguma. Prof. Michel Lucazeau, Chefe do Departamento de Inglês, Sorbonne, Universidade de Paris? Sorbonne é uma universidade progressista em seu cerne e exportou, de uma forma figurada, o modernismo, o progressismo e tantas outras influências que colaboraram com a “ruína” da verdade igreja católica para por essa conciliar que não é católica. É complicado quando um assunto sério é abordado, mas tem influências não boas que comentam sobre o determinado assunto.

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