O PERIGO JUDEO-MAÇÔNICO
Monsenhor Ernest Jouin (†1932)
Fonte: https://americanreform.substack.com/p/a-catholic-commentary-on-the-protocols
Tradutor do texto: Elvira Mattoso.
Descrição: Este texto apresenta a trajetória de Monsenhor Ernest Jouin (1844–1932), prelado francês que dedicou sua vida ao combate da conspiração judaico-maçônica contra a Igreja, e a análise de Jouin dos Protocolos dos Sábios de Sião, com base nos quais argumenta que há um plano secular de dominação mundial operado por meio da destruição da moral, do controle dos Estados e da perseguição à fé cristã, e interpreta eventos históricos como a Revolução Francesa e a Revolução Russa como execuções práticas dessa estratégia, conclamando, por fim, os católicos à união defensiva.
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Monsenhor Ernest Jouin, em um corajoso estudo de 1932, igualado apenas por sua presciência, analisa o conteúdo dos “Protocolos” para demonstrar a clara e contínua trama judaico-maçônica contra a Igreja.
“Pois, apesar das negações excessivamente interesseiras de Israel, esses documentos [os ‘Protocolos dos Sábios de Sião’] permanecem a expressão viva da situação atual do mundo, a qual o perigo judeo-maçônico conduz infalivelmente à ruína total, se não for afastado sem hesitação ou complacência. Em tais extremos, é de interesse comum ponderar o valor dessas atas e extrair delas as instruções práticas das quais decorre imperativamente o dever da hora presente, a menos que já não se tenham no coração os interesses da família, da pátria e da Igreja.”

INTRODUÇÃO
Ernest Jouin (1844–1932) foi um proeminente prelado francês, notório escritor contrarrevolucionário, editor e opositor declarado do complô judaico-maçônico contra a Igreja Católica. Em seus primeiros anos, foi educado em um noviciado da Ordem Dominicana. Posteriormente, mudou-se para Angers, na França, para sua formação seminarística, onde foi ordenado sacerdote em 1868. Rapidamente, viu-se alvo de ataques maçônicos contra sua pessoa, sendo acusado de roubar dinheiro destinado a uma casa funerária.[1] As acusações falsas foram desmascaradas em tribunal, onde o jovem sacerdote foi absolvido de qualquer irregularidade.
Atuando como pároco em Paris, então padre Jouin foi designado às paróquias de Saint Augustin (1886–1894), Saint Médard (1894–1898) e novamente Saint Augustin, onde permaneceu de 1899 até 1932, ano em que recebeu sua recompensa eterna. Filho fiel da Igreja, Jouin viu-se — mais uma vez — sujeito a perseguições em 1906, quando as autoridades francesas, agindo a mando da Maçonaria, impuseram uma lei de separação entre Igreja e Estado. Por sua defesa dos direitos da Igreja, foi acusado de violar a lei com seu protesto, sendo posteriormente convocado ao tribunal e multado.
A cruzada antimaçônica desse sacerdote heróico só teria início em 1912. Nesse ano, Jouin decidiu fundar uma nova revista, chamada Revue Internationale des Sociétés Secrètes (Revista Internacional das Sociedades Secretas), e uma liga associada, a Ligue Franc-Catholique, para combater a Maçonaria ao mesmo tempo em que desmascarava seus supostos desígnios perversos. O que tornava a iniciativa singular era o compromisso com um estudo científico do inimigo, igualado apenas pelo rigor religioso na oposição à seita maçônica. Seis anos depois, em 1918, Jouin foi elevado ao prelatado pelo Papa Bento XV, que o descreveu nos seguintes termos:
“Sabemos que cumpristes vosso sagrado ministério de maneira exemplar, que tendes a mais viva preocupação pela salvação eterna de vossos fiéis e que afirmastes com constância e coragem os direitos da Igreja Católica — não sem perigo para vossa vida — contra as seitas inimigas da religião; enfim, que nada poupastes, nem esforços nem despesas, para difundir publicamente vossos trabalhos sobre essas questões.”[2]
Seu valioso trabalho também não passou despercebido pelo Papa seguinte. Em 1919, Pio XI elogiou a obra do Monsenhor e concedeu-lhe a bênção apostólica, que pode ser vista abaixo.[3]
[Nota d’O Recolhedor: O autor desta introdução comete um pequeno erro aqui, pois em 1919 o papa ainda era Bento XV.]

Carta de Sua Eminência o Cardeal Gasparri a Monsenhor Jouin
Do Vaticano, 20 de junho de 1919.
Monsenhor,
O Soberano Pontífice dignou-se aceitar com bondade paternal a homenagem de seu novo estudo sobre a Guerra Maçônica.
É com boa razão que, nesta obra, cuidastes de destacar, através de documentos e raciocínios irrefutáveis, a doutrina inepta e essencialmente anticatólica da Maçonaria — uma doutrina decorrente do deísmo, ele próprio nascido da Reforma; doutrina que conduz inevitavelmente, como vemos hoje, à própria negação de Deus, ao ateísmo social e ao laicismo, forma atual desta impiedade que, para o maior detrimento dos povos, pretende banir das sociedades todo vestígio de religião e toda intervenção da Igreja.
Tivestes o cuidado particular de realçar, apesar das mentiras que por vezes iludem os próprios católicos, a identidade da Maçonaria consigo mesma, em toda parte e sempre, como uma continuação do plano das seitas, cujo desígnio é, de fato, a ruína da Igreja Católica.
Sua Santidade tem, portanto, o prazer de felicitá-lo e encorajá-lo em seus trabalhos, cuja influência pode ser tão fecunda em alertar os fiéis e ajudá-los a lutar eficazmente contra aquilo que tende a destruir tanto a ordem social quanto a religião.
Como penhor dos favores celestiais e em testemunho de Sua benevolência paternal, o Santo Padre concede-vos a Bênção Apostólica.
Agradecendo-vos pelo exemplar que graciosamente oferecestes, e com os meus parabéns pessoais, queira, Monsenhor, aceitar a expressão de minha inteira devoção em Nosso Senhor.
P. Cardeal GASPARRI.
Alguns anos depois, em 1924, o mesmo Papa o elevaria ao cargo de protonotário apostólico. Com esse privilégio, passou a poder usar o anel e a mitra em certas ocasiões.
Juntamente com Monsenhor Umberto Benigni (1863–1943), notório inimigo dos modernistas e aliado do Papa São Pio X, Jouin publicou a primeira edição francesa dos Protocolos dos Sábios de Sião, enquanto Benigni publicaria a primeira edição italiana. O New York Times relatou, corretamente, que a missão de Jouin ao expor os desígnios dos inimigos da Igreja incluía ver “os judeus através de uma tríplice lente — raça, nacionalidade e religião — como ‘o inimigo da humanidade’”. Benigni e Jouin, odiados pelos modernistas na hierarquia e por seus simpatizantes, juntamente com autoridades civis liberais, promoveram abertamente — e, o que é importante, oferecendo também evidências conclusivas — a conspiração judaico-maçônica, que revelava uma aliança secreta entre judeus e maçons visando a minar a ordem social européia tradicional e a Igreja Católica. Qualquer pessoa com uma mente aberta e intelectualmente curiosa, que pudesse ter sido tentada a descartar esse plano contemporaneamente, agora, com o registro histórico dos últimos cem anos, não pode ter desculpa.
O site Radio Spada, uma valiosa fonte biográfica sobre a vida de Monsenhor Jouin, resume o que emerge da biografia oficial,[4] escrita pelo Cônego Sauvêtre, da seguinte maneira:
“[Um homem de] intensa religiosidade, um misticismo e uma devoção ao Sagrado Coração e aos Santos, que levam o santo sacerdote a ver, acima dos acontecimentos humanos, o embate entre Nosso Senhor Jesus Cristo, São Miguel e os anjos fiéis contra o demônio e os anjos caídos — uma luta que terminará na eternidade com o triunfo de Cristo e de sua Igreja.”

Como mencionado anteriormente, Jouin morreu em 1932, mais precisamente em 27 de junho, aos oitenta e oito anos. Serviu à Igreja por mais de sessenta anos em um zeloso ministério pastoral.
O pensamento e a obra de Monsenhor Jouin provaram ser prescientes — para dizer o mínimo. Poucos foram tão vingados quanto homens como ele, um prelado católico, note-se, difamado sem pudor como “teórico da conspiração” e “antissemita” tanto pelos intelectualmente orgulhosos quanto pelos desinteressados. De fato, o objetivo da presente tradução é chamar a atenção para esse suposto mal-entendido, revelando a percepção de Jouin acerca dos fatores que impulsionaram — e continuariam a impulsionar — os mecanismos de apostasia e desenraizamento em quase todas as sociedades européias, incluindo a América. Agora, sem mais delongas, apresentamos “O Perigo Judeo-Maçônico”, originalmente publicado na Revista Internacional das Sociedades Secretas. Essa obra, em inglês [português] pela primeira vez, é o comentário de 1932 de Monsenhor Ernest Jouin sobre os Protocolos dos Sábios de Sião.
O PERIGO JUDEO-MAÇÔNICO: OS PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DE SIÃO

VISÃO GERAL
Antes de empreender um comentário sobre os Protocolos dos Sábios de Sião,[5] consideramos útil examiná-los de maneira abrangente e resumi-los, a fim de compreender plenamente seu plano, seu objetivo e sua ameaça. Pois, apesar das negações excessivamente interesseiras de Israel, estes documentos permanecem a expressão viva da situação atual do mundo, a qual o perigo judeo-maçônico conduz infalivelmente à ruína total, se não for afastado sem hesitação ou complacência. Em tais extremos, é de interesse comum pesar o valor dessas atas e extrair delas as instruções práticas das quais decorre imperativamente o dever da hora presente, a menos que já não se tenham no coração os interesses da família, da pátria e da Igreja. Apresentamos, portanto, primeiramente a nossos leitores um breve resumo e análise dos Protocolos.
Os Protocolos dos Sábios de Sião, de fato, acabam de revelar ao mundo inteiro que o perigo judeo-maçônico é hoje uma questão de vida ou morte para todos os povos. Esses Protocolos são uma parte notável das atas das vinte e quatro sessões realizadas no primeiro Congresso Sionista em Basiléia, em 1897, sob a presidência do Dr. Theodor Herzl, chamado pelos judeus de “o Príncipe do Exílio”. Essas conferências resumem o plano de dominação mundial elaborado pela raça judaica desde sua dispersão, à época da tomada de Jerusalém por Tito. Seria infantil acreditar que os Protocolos sejam o primeiro esboço das aspirações de Israel e de seus esforços seculares; eles são apenas a expressão mais desenvolvida, bem como mais atual, visto que os acontecimentos contemporâneos confirmam sua realização.[6]
Esses documentos foram roubados por instigação de altos funcionários russos, e uma das cópias foi entregue a Serge Nilus em 1901 pelo marechal da nobreza de Tchern (Rússia Central), Alexis Nikolajevitch Souchotin. Outra cópia caiu nas mãos de um famoso escritor e polemista russo, C. Butmi. Nilus e Butmi traduziram os Protocolos para o russo. Os tradutores e editores que reproduziram essas atas preferiram a tradução de Nilus, por seguir fielmente os relatórios das vinte e quatro sessões sionistas.
As principais edições de Sergius Nilus datam de 1902. Em seguida, em 1905, tivemos a edição do Museu Britânico coligida. Depois, em 1911, o Sr. Gottfried zur Beek, eminente diretor do Auf Vorposten, realizou a tradução alemã. Uma edição de 1917 foi reproduzida pelas traduções americanas em Boston e pelas traduções polonesas em Varsóvia. Finalmente, uma última edição russa de Nilus apareceu em 1920, em Berlim; nós a possuímos.
Os judeus negam a autenticidade desses Protocolos. Isso era de se esperar. Mas seus argumentos não constituem prova. Alguns quiseram apresentar Nilus como um monge exaltado sem autoridade. Ora, Sergius Nilus era um professor respeitado que ainda vivia na Ucrânia no início da guerra, e temos testemunhos disso de russos atualmente em Paris, que o frequentaram em anos recentes. Além disso, já dissemos que Nilus não é o único tradutor dos Protocolos. Outros afirmaram que as primeiras edições não tiveram efeito na Rússia. Isso é verdade. Mas é preciso acrescentar que os judeus fizeram-nas desaparecer quase completamente; que, em particular, a edição de 1917, carregada em um vagão, foi lançada na plataforma de uma estação e queimada por um grupo de homens que depois desapareceu; que o judeu Kerensky, tendo chegado ao poder, mandou procurar todos os exemplares dos Protocolos em Petrogrado e Moscou; e, finalmente, que na Rússia basta ser encontrado na posse desse documento para ser condenado à morte. Após os artigos do Morning Post, a primeira edição inglesa também foi boicotada em Londres pelos judeus. Ora, que interesse teriam eles em agir dessa maneira se esses relatórios fossem uma obra apócrifa sem qualquer aparência de verdade?[7]
A grande objeção diz respeito à improbabilidade de se transcrever tais projetos, cujos manuscritos podem sempre cair nas mãos do inimigo. A objeção é mais especiosa do que convincente. Qualquer plano só pode ser finalizado por meio da escrita. As duas grandes conspirações maçônicas que prepararam os Protocolos foram certamente os escritos dos Illuminati de Weishaupt na Baviera e a Instrução da Alta Venda na Itália. Ambos foram redigidos nos mínimos detalhes; ambos foram encontrados e posteriormente tornados públicos.
Os jornais húngaros de agosto de 1920 informaram, a partir de Maramarossziget (situada em território húngaro ocupado pela Romênia), que os judeus ali estão consternados. Mãos desconhecidas haviam roubado os arquivos da Sociedade Israelita local sobre Política Mundial. Naturalmente, trata-se de um roubo político, por meio do qual os autores quiseram documentar as intrigas internacionais de Israel. Por isso, os judeus de Maramarossziget estão alarmados e prometeram às autoridades romenas mais de meio milhão de coroas caso consigam recuperar as cartas comprometedoras desse gueto.
Esse último caso é singularmente semelhante ao dos Protocolos. Mesmo que sua autenticidade não possa ser rigorosamente provada, ela é fortemente sustentada pelos acontecimentos que previram, os quais estamos testemunhando hoje e que ameaçam fazer de nós suas vítimas amanhã. O tradutor inglês escreve em seu Prefácio:
“É impossível ler qualquer parte deste volume hoje sem ser atingido pela forte nota profética que os atravessa por completo, não apenas no que diz respeito à santa Rússia de outrora, mas também do ponto de vista de certos desenvolvimentos sinistros que podem ser observados em todo o mundo no presente. Gentios, cuidado!”
Também lemos na edição alemã:
“O que aconteceu desde a publicação de Nilus: a guerra mundial e a queda dos tronos na Rússia, na Áustria-Hungria e na Alemanha; o caos, objetivo desejado pelos maçons, do qual emergirá a Liga Humanitária sob a direção judeo-maçônica projetada há duzentos anos — tudo isso aparece hoje com tal clareza terrível que não há necessidade de explicar por que traduzimos e publicamos os Protocolos dos Sábios de Sião. Esperamos que sua publicação abra os olhos para os perigos da Maçonaria e do Judaísmo e encoraje a adoção de medidas definitivas antes que nossa pátria e a cultura germânica sejam completamente aniquiladas.”
O Morning Post, de 19 de julho de 1920, observa que os Protocolos acrescentam à previsão do grande movimento revolucionário na Rússia, Alemanha e Hungria os meios que deveriam produzi-lo: guerras, alto custo de vida, corrupção governamental, uso de agentes judeus que se encontram em toda parte e cujos principais já são conhecidos.
Finalmente, registremos a seguinte passagem do Epílogo do tradutor polonês:
“As causas e os objetivos da Grande Guerra, que abalou quase toda a Terra, o desenvolvimento do bolchevismo na Rússia, o movimento espartaquista na Alemanha, até mesmo certas cláusulas especiais do tratado de paz — tudo isso encontra aqui sua razão; tudo isso aparece como consequência lógica da ação daquela mão misteriosa que dirige os destinos do mundo.”
E essa mão são os judeus.
O que dissemos basta como prova para sustentar nossa afirmação de que os abalos e convulsões de que o mundo inteiro sofre hoje são obra dos judeus e a realização de um plano bem determinado, cujos detalhes foram cuidadosamente estudados e que tende a um objetivo claramente definido.
É esse plano satânico que apresentamos aqui sob a forma de análise. Todos aqueles que o descobriram lançaram um grito de alarme. Mesmo na América, o tradutor de Boston escreve:
“O objetivo pretendido, já indicado na tradução, é chamar a atenção do povo americano para um documento que pode lançar luz importante sobre o movimento bolchevista internacional que ameaça diretamente os interesses vitais dos Estados Unidos.”
Basta acrescentar que o país sobre o qual pesa mais fortemente essa ameaça judeo-maçônica é o nosso. De todos os povos, a França é o ponto focal e o alvo dos judeus e dos maçons. Conhecer os Protocolos e frustrar seu plano é, portanto, uma tarefa eminentemente francesa. Cabe a nós empreendê-la a tempo e levá-la a bom termo.
1. A JUDEO-MAÇONARIA É A CONTRA-MORAL
1º Plano judaico-maçônico de dominação mundial.
Este plano é o supergoverno judeu:[8]
“Por todos esses meios, oprimiremos tanto os cristãos que eles serão forçados a nos oferecer a hegemonia mundial. Assim que tivermos alcançado tal posição, poderemos imediatamente absorver todos os poderes governamentais do mundo inteiro e formar um supergoverno universal. Substituiremos os governos existentes por um monstro que chamaremos Administração do Supergoverno. Suas mãos se estenderão por toda parte como longas pinças, e terá à sua disposição uma organização tal que não poderá deixar de subjugar todas as nações.” (5ª Sessão, p. 59).
Esse plano vem sendo perseguido há séculos e é irreformável:
“Temos diante de nós um plano sobre o qual está traçada uma linha estratégica da qual não podemos nos afastar sem destruir o trabalho de séculos inteiros.” (2ª Sessão, p. 35).
Agora, a execução desse plano está próxima de sua conclusão:
“Hoje posso assegurar-vos que estamos apenas a alguns passos de nosso objetivo. Falta apenas um curto trecho, e o círculo da Serpente Simbólica, o signo de nosso povo, estará completo. Quando esse círculo se fechar, envolverá todos os Estados da Europa como correntes indestrutíveis.” (3ª Sessão, p. 43).
2° Esse plano está sendo executado pelos judeus com a ajuda dos maçons.
Os judeus são o povo eleito:
“Per me reges regnant (‘por mim reinam os reis’). Lemos na Lei dos Profetas que fomos escolhidos para governar a terra. Deus nos deu o gênio para realizar essa obra. Se um gênio surgisse no campo inimigo, ele ainda poderia lutar contra nós, mas um recém-chegado não poderia se medir com combatentes antigos como nós, e o combate entre nós seria de tal natureza desesperada que o mundo ainda não viu coisa semelhante. Já é tarde demais para o gênio deles.” (3ª Sessão, p. 56).
A dispersão dos judeus favorece sua dominação:
“Pela misericórdia de Deus, seu povo escolhido foi disperso, e essa dispersão, que parecia ao mundo nossa fraqueza, constituiu toda a nossa força, que nos conduziu ao limiar da soberania universal.” (11ª Sessão, p. 83).
Mas quais judeus querem nos escravizar? Pode-se responder: todos eles. Em todos os seus programas, afirmam que um judeu, mesmo naturalizado, mesmo casado com uma católica, mesmo batizado, permanece sempre judeu. Salvo raras exceções, isso é verdade. O submundo judeu faz revoluções, mas é a Alta Banca judaica que as sustenta. Judeus talmúdicos juraram a morte dos cristãos; mas judeus reformistas dão as mãos aos maçons e aos piores socialistas. Assim lemos nos Protocolos:
“Não acrediteis que nossas afirmações são palavras vazias. Considerai o sucesso de Darwin, Marx e Nietzsche, preparado por nós. O efeito desmoralizador das tendências dessas doutrinas sobre os espíritos dos gentios certamente não nos deve escapar.” (2ª Sessão, p. 42).
Extraímos a seguinte passagem de um estudo documentado sobre esse tema:
“Que ninguém diga, como fazem alguns cristãos, que são ingênuos ou cúmplices: ‘Combatei tais e tais judeus que formam a Alta Banca, combatei tais e tais outros judeus que conduzem a revolução. Mas não confundais os bons com os maus na massa’. Miserável ambiguidade. É toda a raça judaica ‘em massa’ que é solidária com esse programa judaico. Guardai-vos da imprensa judaica e judaizada, dos indivíduos judeus no poder e de toda a escória das camadas baixas dos guetos orientais; todos são solidários com essa obra deletéria. Mil documentos judaicos (e a cada dia nos chegam novos) proclamam que a raça judaica deve colocar-se à frente do mundo, e mil fatos provam que ela persegue esse objetivo com tenacidade implacável. Existem indivíduos judeus honestos que são alheios a esse programa? Certamente, e nos apressaremos em excluí-los da luta assim que se manifestarem; eles têm um dos meios mais fáceis: combater o perigo judaico não apenas com palavras, mas com ações. Caso contrário, não.”
Acrescentemos que os judeus, relativamente pouco numerosos,[9] utilizam os maçons; e, assim como Satanás é o macaco de Deus, podemos dizer que a Maçonaria é a ordem terceira do judaísmo:
“Enquanto não tivermos alcançado o poder, procuraremos criar e multiplicar Lojas Maçônicas em todas as partes do mundo. Atrairemos para essas lojas todos aqueles que podem assumir — ou que já são considerados como tal pela opinião pública — posições influentes, pois essas lojas serão os principais lugares onde recolheremos informações ao mesmo tempo em que serão centros de propaganda.” (15ª Sessão, p. 98).
É inegável que as lojas maçônicas vêm se multiplicando ou aumentando seus membros desde a guerra. Suas revistas retornam constantemente a esse crescimento inesperado, do qual a Maçonaria conclui, sobretudo na Inglaterra e nos Estados Unidos, que somente ela pode regenerar o mundo.
Ora, a Maçonaria é dirigida pelos judeus:
“Centralizaremos todas essas lojas sob uma única direção, conhecida apenas por nós e constituída por nossos Sábios. Essas lojas terão também seus próprios representantes, para mascarar os verdadeiros dirigentes. E somente esses dirigentes terão o direito de designar os oradores e fixar a ordem do dia. Nessas lojas, fortaleceremos os laços de todas as classes socialistas e revolucionárias da sociedade. Os planos políticos mais secretos nos serão conhecidos e, assim que forem formulados, dirigiremos sua execução.” (15ª Sessão, p. 98).
Antissemitas experientes, particularmente Gougenot des Mousseaux, já haviam revelado há muito tempo a direção judaica da Maçonaria. Cada vez mais luz se lança sobre esse ponto, e os Protocolos terão contribuído para isso.
Essa direção judaica estende-se, além disso, a todas as sociedades secretas:
“A maioria dos que entram nas sociedades secretas são aventureiros que, por uma razão ou outra, desejam abrir caminho na vida e não possuem espírito sério. Com tais homens, será fácil para nós perseguir nosso objetivo, e faremos com que ponham nossa máquina em movimento. Se o mundo inteiro está de cabeça para baixo, é porque foi necessário para nós virá-lo de cabeça para baixo, a fim de destruir sua excessiva solidez. Se, em meio a esse tumulto, eclodirem conspirações, isso significará que um de nossos agentes mais fiéis está à frente dessas conspirações. É bastante natural que sejamos o único povo a dirigir as empresas maçônicas. Somos o único povo que sabe conduzi-las. Conhecemos o objetivo final de cada ação, enquanto os gentios ignoram a maior parte das coisas relativas à Maçonaria e não conseguem sequer perceber os resultados imediatos do que fazem. Em geral, pensam apenas nas vantagens do momento e se contentam quando seu orgulho é satisfeito pela realização de suas intenções, sem perceber que a idéia original não vem deles, mas foi inspirada por nós.” (15ª Sessão, p. 99).[10]
Além disso, os maçons são, nas mãos dos judeus, apenas instrumentos que são quebrados quando se tornam inúteis ou prejudiciais. Daí as vítimas maçônicas:
“Todo homem deve inevitavelmente terminar na morte. É melhor apressar esse fim para aqueles que dificultam o progresso de nossa causa do que para aqueles que a fazem avançar. Nós fazemos morrer os maçons de tal modo que ninguém fora da Fraternidade possa ter a menor suspeita disso. As próprias vítimas não podem suspeitá-lo antecipadamente. Todos morrem, quando necessário, de uma morte aparentemente natural. Conhecendo esses fatos, a Fraternidade não ousa protestar contra essas execuções. Por esses meios, cortamos pela raiz qualquer protesto contra nossas ordens no que diz respeito aos próprios maçons. Pregamos o liberalismo aos gentios, mas, por outro lado, mantemos nossa própria nação em completa sujeição.” (15ª Sessão, p. 102).
Por fim, quando os judeus tiverem conquistado a dominação mundial, destruirão a Maçonaria:
“Para alcançar esse objetivo, empregaremos meios implacáveis de execução contra todos aqueles que possam pegar em armas contra o estabelecimento de nosso poder. A instituição de qualquer nova sociedade secreta também será punida com a morte; quanto às sociedades secretas atualmente existentes e conhecidas por nós, aquelas que servem e serviram à nossa causa, nós as dissolveremos e enviaremos seus membros para o exílio até os confins da terra. É assim que agiremos com os maçons gentios que possam saber mais do que nos convém. Manteremos em temor permanente de exílio quaisquer maçons aos quais, por qualquer razão, concedermos clemência. Promulgaremos uma lei que condenará todos os antigos membros de sociedades secretas ao exílio fora da Europa, onde estará o centro de nosso governo. As decisões de nosso governo serão irrevogáveis, e ninguém terá o direito de recorrer delas.” (15ª Sessão, p. 96).
É natural que judeus que sonham com a autocracia não possam chegar a um acordo no poder com maçons que desejam uma república universal. Mas os meios preconizados por Israel demonstram que o plano de dominação universal será realizado por uma revolução moral — ou antes, imoral — que derrubará todos os fundamentos atuais da sociedade.
3° O supergoverno judaico é a contra-moral.
Ouça os princípios judaico-maçônicos:
“A política nada tem em comum com a moral. Um soberano governado pela moral não é um político hábil; portanto, não se mantém firme em um trono. Aquele que deseja governar deve recorrer à astúcia e à hipocrisia. Na política, as grandes qualidades humanas de honestidade e sinceridade tornam-se vícios e destronam um soberano mais inevitavelmente do que seu inimigo mais cruel. Essas qualidades devem ser atributos dos países não judeus, mas nós não estamos de modo algum obrigados a adotá-las como guias.” (1ª Sessão, p. 33).
E ainda:
“Nosso lema deve ser: força e hipocrisia. Somente a força pura é vitoriosa na política, especialmente quando se oculta no talento indispensável aos homens de Estado. A violência deve ser o princípio; a astúcia e a hipocrisia, a regra dos governos que não querem depor sua coroa aos pés dos agentes de qualquer novo poder. Esse mal é o único caminho para alcançar o bem. Não nos deixemos, portanto, deter pela compra de consciências, pela impostura e pela traição, se por meio delas servimos à nossa causa. Na política, não hesitemos em confiscar propriedades, se assim pudermos adquirir submissão e poder.” (1ª Sessão, p. 37).
A inversão moral é completa: o roubo de bens e a compra de consciências, o falso juramento de fidelidade e o perjúrio da traição, o fim que justifica os meios,[11] a força que faz o direito — todas essas monstruosas falsidades constituem a substância dos Protocolos e são erigidas em princípios de política e de governo. Assim, quando vimos, desde o início da guerra, o chanceler alemão equiparar um tratado a um pedaço de papel, começamos a dar crédito às palavras atribuídas ao Kaiser, que, em 1915, disse à Abadessa de Maredret: “Não fui eu; foram os judeus e os maçons que quiseram a guerra”.[12] Sim, a guerra e a paz estão de acordo com as instruções dos Protocolos, e foram, de fato, os judeus e os maçons os responsáveis por ambas.
Consequentemente, os judeus trabalham para deformar o espírito pela difusão de idéias falsas:
“Fomos nós os primeiros, há muito tempo, a clamar ao povo: ‘Liberdade, Igualdade, Fraternidade’, palavras tão frequentemente repetidas desde então por papagaios ignorantes, que acorrem de todos os pontos do globo em torno dessa bandeira. À força de repeti-las, privaram o mundo de sua prosperidade e os indivíduos de sua verdadeira liberdade pessoal, tão bem protegida outrora contra a multidão que desejava sufocá-la.” (1ª Sessão, p. 38).
Tais resultados são obtidos particularmente pelo liberalismo:
“Quando inoculamos o veneno do liberalismo na organização do Estado, sua fisionomia política mudou; os Estados foram infectados por uma doença fatal: a decomposição do sangue. Resta apenas esperar o fim de sua agonia.” (10ª Sessão, p. 75).
O objetivo é alcançar o nivelamento do pensamento:
“Sabemos, pela experiência de vários séculos, que os homens vivem e são guiados por idéias, e que são influenciados por essas idéias graças à educação; esta pode ser-lhes dada em qualquer idade com o mesmo resultado, embora, naturalmente, por meios diferentes. Por meio de uma educação sistemática, empreenderemos eliminar tudo o que ainda possa restar dessa independência de pensamento que utilizamos tão amplamente há algum tempo para atingir nossos fins.” (16ª Sessão, p. 112).
Complete a deformação do espírito e do caráter pela dissolução dos costumes, por meio da excitação dos prazeres, dos jogos e do alcoolismo; acrescente, por fim, a destruição da família pelo divórcio e pela apologia das uniões livres, do neomalthusianismo, da eugenia — e compreenderá quão formidáveis e cínicas são as doutrinas dos Protocolos, que os judeus colocam em prática de modo tão perfeito ao se apoderarem da imprensa, do teatro, do cinema e da moda. O governo judaico é, de fato, a contra-moral.[13]
2. A JUDEO-MAÇONARIA É O CONTRA-ESTADO
A revolução social está associada à revolução moral no plano judaico-maçônico. Para alcançar a dominação mundial, os judeus devem apoderar-se de todos os Estados. É isso que pretendem realizar por meio da tríplice influência da propriedade, do poder e dos povos decaídos.
1° Influência da propriedade e da fortuna
Verdadeiros descendentes dos povos que adoraram o bezerro de ouro ao pé do Sinai, os judeus conhecem apenas uma força de governo: o ouro. Os Protocolos o repetem ad nauseam:
“Todas as engrenagens do mecanismo do Estado são movidas por uma força que está em nossas mãos, a saber: o ouro. A ciência da economia política, desenvolvida por nossos sábios, já provou que o poder do capital supera o prestígio da coroa.” (5ª Sessão, p. 57).
Israel possui esse ouro:
“A maior força dos tempos presentes está concentrada em nossas mãos: é o ouro. Em dois dias, podemos retirar qualquer quantia de nossos tesouros secretos. É necessário, depois disso, provar que nosso governo é querido por Deus? É admissível que, com riquezas tão vastas, não sejamos capazes de demonstrar que todo o ouro acumulado ao longo de tantos séculos não nos auxilia a fazer triunfar nossa verdadeira causa para o bem, isto é, para a restauração da ordem sob nosso Governo? Talvez seja necessário recorrer à violência, mas essa ordem será definitivamente estabelecida.” (22ª Sessão, p. 137).
Essa fortuna colossal dos judeus não consistiria apenas na drenagem de ouro cunhado, mas também visa à posse da propriedade fundiária:
“A aristocracia gentia, como poder político, já não existe. É, portanto, inútil preocuparmo-nos com ela sob esse ponto de vista; mas, como proprietários de terras, os aristocratas ainda são perigosos para nós, porque sua independência é assegurada por seus recursos. É, portanto, essencial para nós despojar a aristocracia de suas terras a qualquer custo. Para alcançar esse objetivo, o melhor método é elevar impostos e tributos. Esse método manterá os rendimentos da propriedade fundiária no mínimo. Os aristocratas gentios, que, por seus gostos hereditários, são incapazes de contentar-se com pouco, logo estarão arruinados.” (6ª Sessão, p. 60).
[Nota d’O Recolhedor: IPTU é isto: imposto expropriatório, e nada mais.]
Assim, a nova aristocracia plutocrática é judaica:
“Sobre as ruínas da aristocracia natural e hereditária, erigimos, dando-lhe fundamentos plutocráticos, uma aristocracia nossa. Estabelecemo-la sobre a riqueza sob nosso controle e sobre a ciência promovida por nossos sábios.” (1ª Sessão, p. 40).
Essa “ciência” judaica do cofre pressupõe um ensino e uma organização cuja existência se pode observar facilmente:
“Cercaremos nosso governo com todo um exército de economistas. É por isso que a ciência econômica é a principal disciplina ensinada aos judeus. Teremos ao nosso redor milhares de banqueiros, comerciantes e, o que é ainda mais importante, milionários, porque, na realidade, o dinheiro decidirá tudo. Entretanto, enquanto não for seguro preencher os cargos governamentais com nossos irmãos judeus, confiaremos esses postos importantes a pessoas cuja origem e reputação sejam tão más que constituam um abismo entre elas e a nação, e a homens tais que, caso violem nossas ordens, possam esperar ser julgados e encarcerados. E tudo isso com o objetivo de forçá-los a defender nossos interesses até o último suspiro.” (8ª Sessão, p. 65).
Contudo, embora esse culto do ouro constitua uma força capital do supergoverno judaico, ele é, em suas mãos, um meio de decompor os Estados cristãos, a tal ponto que, segundo os Protocolos, atualmente “o poder do ouro suprimiu o das autoridades liberais, e já não é o tempo em que a religião governava” (1ª Sessão, p. 32). Em seguida, com resultado, lemos ainda:
“A luta pela superioridade e a especulação contínua no mundo dos negócios criarão uma sociedade desmoralizada, egoísta e sem coração. Essa sociedade tornar-se-á completamente indiferente à religião e à política, e até mesmo enojada por elas. A paixão pelo ouro será seu único guia, e fará todos os esforços para obtê-lo, pois somente ele pode assegurar os prazeres materiais que ela transformou em seu verdadeiro culto. Então, as classes inferiores se juntarão a nós contra nossos concorrentes, os gentios privilegiados, não por alegarem qualquer objetivo elevado, nem mesmo por amor às riquezas, mas por puro ódio às classes superiores.” (4ª Sessão, p. 53).
Assim, o ouro judeu faz primeiramente de Israel um Estado dentro do Estado. Seu uso corruptor, que desagrega as forças morais de um povo, oporia a Judeo-Maçonaria a todos os governos, tornando-se ela própria um Contra-Estado.
2° Domínio do poder e do governo
Esse poder governamental da Judeo-Maçonaria seria demasiado evidente para exigir longa demonstração. Na Convenção do Grande Oriente da França, em 1904, o orador, irmão Bonnet, declarou:
“Não ocultamos nossas esperanças nem nossas obras, e não temos razão para mantê-las em silêncio. As grandes reformas realizadas nos últimos vinte anos — seja no ensino laico, na instrução gratuita e obrigatória, na redução da duração do serviço militar, na lei sobre a redução da jornada de trabalho nas fábricas, nas leis de assistência e previdência social, etc. — foram estudadas em nossos Templos antes de serem debatidas na Câmara e no Senado. Do mesmo modo, nossos trabalhos têm sido utilizados há muito tempo para discutir as reformas de amanhã: separação entre Igreja e Estado, imposto de renda, medidas de proteção ao trabalho, fundos de pensão para os trabalhadores, etc. Cada um de nós terá a profunda satisfação de ter contribuído para sua realização, de ter agido como um bom maçom, como um republicano sincero, como um verdadeiro patriota. (Aplausos calorosos)”[14]
A afirmação é clara, e os fatos falam mais alto do que ela. Em 1904, as leis eram elaboradas nas lojas; em 1921, essas leis eram ratificadas pelas autoridades públicas. É de fato a Judeo-Maçonaria quem governa.
Mas fora da França, dir-se-á, os governos são mais independentes. Isso é um erro. Nos Parlamentos e nos ministérios, a supremacia está nas mãos dos judeus e dos maçons. Leiam os Protocolos: os judeus se vangloriam de desencadear guerras e fazer a paz:
“Devemos ser capazes de responder a qualquer oposição com uma declaração de guerra por parte do país vizinho do Estado que ousar colocar-se em nosso caminho; mas, se esses vizinhos, por sua vez, decidirem unir-se contra nós, teremos de responder desencadeando uma guerra mundial.” (7ª Sessão, p. 63).
E trata-se também da paz:
“Somos poderosos demais — o mundo deve contar conosco. Os governos não podem sequer firmar um tratado de pouca importância sem que estejamos secretamente envolvidos.” (7ª Sessão, p. 55).
De fato, não se trata de um tratado de pouca importância, mas da conclusão do tratado decisivo que pôs fim a quatro anos e meio de guerra. Quando os três árbitros de nossos destinos — Clemenceau, Lloyd George e Wilson — saíram do círculo restrito de suas intermináveis discussões, a máscara caiu, e eles apareceram diante de todo o universo como a sombra dos três judeus que governavam o mundo.
Entre todos os povos, a Judeo-Maçonaria possui uma dupla dominação do poder, por meio da administração pública e da imprensa.
“A administração pública coloca os povos, mesmo em estado de guerra, ‘à mercê’ de nossos inúmeros agentes internacionais, que dispõem de recursos absolutamente ilimitados. Então, nossos direitos internacionais varrerão as leis do mundo inteiro e governarão os países como os governos individuais governam seus súditos.” (2ª Sessão, p. 41).[15]
Outra observação não menos surpreendente é a monopolização da imprensa mundial nas mãos dos judeus. Eles próprios o admitem nos Protocolos:
“A imprensa é, nas mãos dos governos existentes, um grande poder pelo qual dominam a mente pública. A imprensa revela as queixas vitais do populacho, informa seus motivos de descontentamento e, às vezes, cria esse descontentamento. A liberdade de expressão nasceu da imprensa. Mas os governos não souberam tirar proveito dessa força, e ela caiu em nossas mãos. Por meio da imprensa, adquirimos influência permanecendo nos bastidores.” (2ª Sessão, p. 43).
Quanto ao uso que farão dessa imprensa, da qual são senhores em toda parte, confessam-no descaradamente:
“Em relação à imprensa, procederemos da seguinte maneira: qual é o papel atualmente desempenhado pela imprensa? Ela serve para desencadear sobre o povo as paixões mais violentas ou, às vezes, lutas egoístas de partido que podem ser necessárias aos nossos objetivos. Ela é frequentemente vazia, injusta, falsa, e a maioria das pessoas não compreende de modo algum suas verdadeiras intenções. Nós a colocaremos sob jugo e a conduziremos com rédeas firmes; devemos também assegurar o controle de todas as editoras. Não nos seria útil controlar os jornais se permanecêssemos expostos aos ataques de panfletos e livros. Faremos dos rendimentos da publicidade, atualmente tão elevados, um recurso lucrativo para nosso governo, introduzindo um imposto especial e obrigando editores e impressores a nos pagar um depósito para garantir nosso governo contra qualquer tipo de ataque da imprensa. Em caso de ataques, responderemos por todos os lados com multas. Essas medidas — impostos, depósitos, multas — constituirão uma importante fonte de receita para o governo. Certamente os órgãos partidários não desejarão pagar grandes multas, mas, após um segundo ataque sério contra nós, nós os aboliremos completamente. Ninguém poderá atingir impunemente o prestígio de nossa infalibilidade política. Para banir uma publicação, encontraremos o seguinte pretexto: — diremos que a publicação que acaba de ser suprimida excitou a opinião pública sem razão nem fundamento. Peço que observeis que, entre as publicações agressivas, haverá algumas que terão sido criadas por nós para esse fim; mas estas só atacarão nossa política nos pontos em que tivermos proposto uma mudança.” (12ª Sessão, p. 83).
Enquanto isso, a imprensa serve aos judeus para formar a opinião judeo-maçônica, criar divisões de classe e de partidos, fomentar greves e desemprego, fazer jogos de gangorra como este: “Aumentaremos os salários, o que não aliviará os trabalhadores, porque ao mesmo tempo elevaremos o preço dos gêneros de primeira necessidade” (6ª Sessão, p. 61), para desorganizar a máquina governamental e substituir progressivamente os poderes públicos, pois seu objetivo é a revolução social, e a Judeo-Maçonaria é o Contra-Estado.
3° Domínio sobre os povos decaídos
Esse domínio definitivo do poder não seria alcançado pacificamente:
“Para submeter a sociedade gentia, na qual enraizamos tão profundamente a discórdia e os dogmas da religião protestante, será necessário introduzir medidas implacáveis. Tais medidas mostrarão às nações que nosso poder não pode ser desafiado. Não devemos levar em conta o grande número de vítimas que terão de ser sacrificadas para alcançar a prosperidade futura.” (15ª Sessão, p. 97).
E ainda, na mesma sessão (p. 101):
“Quão previdentes foram nossos antigos Sábios ao nos dizerem que, para alcançar um objetivo verdadeiramente grande, não devemos deter-nos diante dos meios, nem contar o número de vítimas a serem sacrificadas à realização da causa. Nunca contamos as vítimas da raça desses brutos gentios e, embora tenhamos tido de sacrificar um certo número dos nossos, já demos ao nosso povo uma posição no mundo que eles jamais poderiam ter imaginado. Um número relativamente pequeno de vítimas de nossa parte salvou nossa nação da destruição.”[16]
Aplicando essas teorias sangrentas, a Judeo-Maçonaria provocou no passado a Revolução de 1793:
“Quando o populacho percebeu que, em nome da liberdade, lhe eram concedidos todos os tipos de direitos, imaginou-se senhor e tentou apoderar-se do poder. Naturalmente, como qualquer cego, as massas encontraram inúmeros obstáculos. Então, não querendo retornar ao antigo regime, colocaram seu poder a nossos pés. Lembrai-vos da Revolução Francesa, que chamamos de ‘a Grande’; os segredos de sua preparação, sendo obra de nossas mãos, são bem conhecidos por nós.” (3ª Sessão, p. 49).
Aplicando essas mesmas teorias, a Judeo-Maçonaria está, no presente, provocando a Revolução Russa, cujo bolchevismo ameaça o mundo inteiro:
“É assim que deve surgir um líder que abolirá os governos existentes, sustentados por uma multidão cuja desmoralização provocamos ao lançá-la nas chamas da anarquia.[17] Esse líder será o rei dos judeus, o eleito de Deus.”
Doravante, ninguém contestará que a Judeo-Maçonaria é, de fato, o Contra-Estado.
3. A JUDEO-MAÇONARIA É A CONTRA-IGREJA
Às revoluções moral e social, a Judeo-Maçonaria acrescenta, por fim, a revolução religiosa e, nesse ponto, ataca sobretudo a Igreja Católica.
1° Contra-Igreja diante da Verdade Católica
A Judeo-Maçonaria reconhece que “houve um tempo em que a religião governava” (1ª Sessão, p. 32). Mas, juntamente com a moral, ela destruiu o Credo da Igreja e a fé nas almas; pois, para se tornarem senhores da terra, os judeus “devem abolir todas as profissões de fé” (14ª Sessão, p. 94). Gabam-se de “ter persuadido os gentios de que o liberalismo os conduziria ao reino da razão” (3ª Sessão, p. 49). Não foi a Razão a verdadeira deusa da Grande Revolução, da qual reivindicam a paternidade? Ela ainda lhes é necessária, pois, para reinar, precisam retirar dos católicos até mesmo a concepção de Deus:
“A liberdade poderia ser inofensiva e existir nos governos e nos países sem prejudicar a prosperidade dos povos, se estivesse baseada na religião e no temor de Deus, na fraternidade humana, livre de idéias de igualdade que estão em oposição direta às leis da criação que prescreveram a submissão. Governado por tal fé, o povo estaria sob a tutela das paróquias e viveria pacificamente e humildemente sob a direção de pastores espirituais e sujeito à Providência divina nesta terra. Portanto, devemos arrancar da mente dos cristãos até mesmo a própria concepção de Deus e substituí-la por cálculos aritméticos e necessidades materiais.” (4ª Sessão, p. 52).
Eis todo o programa das leis laicas que nossos governantes proclamam invioláveis, tanto depois quanto antes da guerra. Em nome da ciência, gerações laicas devem ser formadas em escolas sem Deus. Nesse ponto, a obra judeo-maçônica seria imensa e tão perseverantemente conduzida que ameaça destruir a Igreja da França e não é menos formidável em todos os países. Assim, os Protocolos contêm a seguinte confissão:
“Quando retiramos a religião do povo, o poder foi lançado nas ruas como propriedade pública, e nós o tomamos.” (5ª Sessão, p. 55).
2° Contra-Igreja diante do clero católico
Esse objetivo e seus meios de ação são claramente expressos:
“Tivemos grande cuidado em desacreditar o clero gentio aos olhos do povo, e assim conseguimos prejudicar sua missão, que poderia ter frustrado seriamente nossos desígnios. A influência do clero sobre o povo diminui a cada dia. Hoje, a liberdade religiosa é reconhecida em toda parte, e estamos a poucos anos do momento em que o cristianismo colapsará totalmente. Será ainda mais fácil acabar com as outras religiões, mas é cedo demais para discutir esse ponto. Reduziremos o clero e seu ensinamento a um papel tão insignificante e tornaremos sua influência tão antipática ao povo que seus ensinamentos produzirão o efeito oposto ao que outrora tinham.” (17ª Sessão, p. 114).
Quem não reconhece aqui os ataques — violentos ou dissimulados — dirigidos contra o clero? Quem não percebe aqui a palavra de ordem de todos os Kulturkampfs, desde o de Bismarck até o da Grande Loja da França atualmente na Tchecoslováquia? São as leis de confisco de bens e exílio de religiosos; as leis de separação entre Igreja e Estado, um dos fundamentos da revolução em nosso país; o roubo mal disfarçado dos recursos do clero e das missas pelos mortos; o boato infame, tão intenso em meio à guerra enquanto sacerdotes eram mortos pelo inimigo; o grito de guerra, enfim: “O clericalismo, eis o inimigo!”, que se empenharam em reavivar pela apoteose do coração de Gambetta, um judeu e um traidor, e que foi acentuado no domingo, 23 de novembro de 1924, pela transferência de Jaurès para o Panteão.
Os Protocolos de 1897 teriam previsto todos esses sacrilégios e todas essas infâmias.
3° Contra-Igreja diante do Vaticano
Na décima quinta sessão (p. 98), os judeus consideram a autocracia russa “como seu único inimigo perigoso”, mas acrescentam: “se não contarmos a Santa Sé”.
A palavra está dita: o inimigo não é apenas o clericalismo, não é apenas Cristo, não é apenas Deus; é, sobretudo, aquele que representa o clero, Cristo e Deus: a Santa Sé.
Assim, lemos na décima sétima sessão (p. 114):
“Quando chegar o momento de destruirmos completamente a Corte Pontifícia, uma mão desconhecida, apontando para o Vaticano, dará o sinal do assalto. Quando, em sua fúria, o povo se lançar sobre o Vaticano, apareceremos como protetores para deter o derramamento de sangue. Por esse ato, penetraremos até o coração dessa Corte Pontifícia, de onde nada no mundo poderá nos expulsar até que tenhamos destruído o poder do Papa.”
A apresentação desse plano é digna da Judeo-Maçonaria e de seu lema: “Força e hipocrisia”. Esses métodos tortuosos, esses estrangulamentos disfarçados remontam a muito tempo, e podemos confirmar os Protocolos dos judeus de 1897 pela confissão de um grande maçom, o Sr. Bethmont, deputado de Charente-Inférieure, antigo primeiro presidente do Tribunal de Contas. Esse deputado encontrou Monsenhor Pie, bispo de Poitiers, quando o prelado estava em visita pastoral de crisma nos arredores de Bressuire. Isso ocorreu em 1878.
O bispo disse: — “Senhor Deputado, creio que desejais recomeçar a luta contra a Igreja; mas esperais ter êxito onde Nero, Juliano, o Apóstata, e vossos grandes antepassados de ‘93 fracassaram?”. — “Monsenhor”, respondeu o Irmão Bethmont, “correndo o risco de parecer audacioso, responderei que aqueles de quem falais não souberam como proceder: nós faremos melhor do que eles. A violência nada consegue contra a Igreja; portanto, utilizaremos outros meios. Organizaremos uma perseguição erudita e legal, cercaremos a Igreja com uma rede de leis, decretos e ordens que a sufocarão sem derramar uma única gota de sangue.”
Esse ainda é o plano dos Protocolos.
Os judeus dizem: “Quando formos os senhores da terra, não toleraremos nenhuma religião além da nossa” (14ª Sessão, p. 93). Mas acrescentam ainda:
“Nossos filósofos exporão todas as desvantagens das religiões dos gentios, mas ninguém jamais julgará nossa religião sob seu verdadeiro ponto de vista, porque ninguém jamais terá um conhecimento completo dela, exceto os nossos, que nunca ousarão, em circunstância alguma, revelar seus mistérios.” (14ª Sessão, p. 95).
Que religião secreta, esotérica, é essa, conhecida apenas pelos iniciados? Não é a religião de Moisés que, ao descer do Sinai, quebrou o bezerro de ouro para substituí-lo pelas tábuas do Decálogo. Pelo contrário, seria a religião do Talmude, que erige o bezerro de ouro como ídolo. Além disso, “o Rei de Israel tornar-se-á o verdadeiro Papa do universo, o Patriarca da Igreja internacional” (17ª Sessão, p. 115), e o supergoverno judaico estaria acima dos povos e acima do próprio Deus:
“Nosso domínio será glorioso porque será forte e governará e guiará, sem cair na esteira dos líderes da plebe ou de quaisquer oradores, sejam eles quem forem, que proclamam palavras insensatas que chamam de grandes princípios, mas que, na realidade, não passam de utopias. Nosso poder será o organizador da ordem, ordem, o princípio da felicidade pública. O prestígio desse poder atrairá uma adoração mística ao mesmo tempo em que submeterá todas as nações. Um verdadeiro poder não deve ceder a nenhum direito, nem mesmo ao de Deus. Ninguém ousará aproximar-se dele com a intenção de diminuí-lo, nem que seja por um fio.” (22ª Sessão, p. 138).
A religião judaica será, portanto, o reinado do ouro, da força e da razão, a glorificação do homem, o secularismo maçônico. Sob todos os aspectos, a Judeo-Maçonaria apresenta-se como a Contra-Igreja.
Tal é a tripla revolução moral, social e religiosa, cinicamente desenvolvida nos Protocolos, que faz da Judeo-Maçonaria a Contra-Moral, o Contra-Estado e a Contra-Igreja. Mais uma vez, as negações dos judeus não invalidariam as confissões desses relatos, nem nossas afirmações poderiam estabelecer de modo irrefutável sua autenticidade. Tudo aqui dependeria da confirmação que os Protocolos recebem dos acontecimentos que separam 1932 de 1897. Nesta última data, os judeus traçavam o plano segundo o qual esses acontecimentos deveriam desenrolar-se; na data atual, isto é, hoje, esse plano está em plena execução. Não seria necessária outra prova.
CONCLUSÃO
A JUDEO-MAÇONARIA É A CONTRA-MORAL: Se você acredita no princípio moral que ordena o respeito à propriedade, se prefere conservar o pouco que possui, se rejeita a máxima judeo-maçônica formulada pelo Irmão Proudhon: “A propriedade é roubo”, máxima segundo a qual o seu vizinho pode legalmente instalar-se em sua casa e expulsá-lo; e se, à luz dos acontecimentos, você vê que a aplicação matemática dessa máxima vem se realizando há quinze anos na Rússia e nos países em revolução, que o mesmo ocorre na Itália e na Sicília, e que na própria França uma experiência desse tipo foi tentada no departamento de Landes; se vê essas coisas e finalmente compreende o aviso dos Protocolos, confirmado pelos fatos, una-se contra os judeus e os maçons.
Se você acredita no princípio moral que ordena o respeito por si mesmo e pelos outros, se não acredita que homens e mulheres nasceram para a prostituição, que a família, sob a pressão judeo-maçônica do divórcio e da união livre, deve tornar-se um falanstério e um haras, em vez de permanecer, como no tempo de nossos pais, um santuário abençoado; e se, à luz dos acontecimentos, você vê que a onda de prazer que varreu o mundo desde a paz não passa da aplicação obrigatória do plano de Israel, e que tal dissolução dos costumes poderia afogar num lago de miséria e vergonha aqueles que os judeus não temem chamar de “esses porcos gentios”; se você vê essas coisas e finalmente compreendeio aviso dos Protocolos, confirmado pelos fatos, una-se contra os judeus e os maçons.
A JUDEO-MAÇONARIA É O CONTRA-ESTADO: Se você acredita no princípio de ordem e autoridade sem o qual nenhum governo pode subsistir, se nota que os partidários da igualdade não têm outro objetivo senão dominá-lo e reduzi-lo à servidão, que os partidários da fraternidade são homens sem pátria que derrubam nossas fronteiras para melhor introduzir estrangeiros, que os partidários da liberdade são sans-culottes que substituem a verdadeira liberdade pelo liberalismo e pela licença para destruir a sociedade; e se, à luz dos acontecimentos, você vê que esses partidários são os senhores, que os cargos úteis e influentes estão universalmente em mãos judaicas e maçônicas — quer se trate de municipalidades, conselhos gerais, conselhos de prefeitura, administrações, ministérios, Parlamento, ensino em todos os níveis, Ensino Superior, Grandes Escolas, Academias — e que os Archives Israélites se vangloriavam, com o Sr. Millerand, de ter sangue judeu na Presidência da República; e se, melhor ainda, sempre à luz dos acontecimentos, você vê que essa influência do Estado está preparando, segundo o plano judeo-maçônico, a revolução social, outrora chamada Grande Revolução, hoje chamada bolchevismo, mas ambas conduzindo, em 1932 como em 1793, ao regime do Terror, que inevitavelmente acrescentará a guerra estrangeira à guerra civil em nossos dias; se você vê os abalos bolcheviques vindos da Rússia, como um vulcão mundial, agitando convulsivamente todos os povos; se vê essas coisas e finalmente compreende o aviso dos Protocolos, confirmado pelos fatos, una-se contra os judeus e os maçons.
A JUDEO-MAÇONARIA É A CONTRA-IGREJA: Se você ainda acredita nos princípios religiosos de sua juventude, em seu catecismo que lança uma luz singular sobre o plano da Contra-Igreja; se não pensa que, após a morte, valerá menos do que um cão vivo; se sente que sua alma imortal, em certos momentos, eleva o olhar para o céu, onde o Pai que nos criou nos espera; se tem fé em Cristo crucificado que perdoa, que abençoa, que consola, e se encontra ao pé da cruz, em lágrimas, mas de pé, Mãe d’Ele, que é também sua Mãe; se sua memória, por vezes, o reconduz à igreja onde você foi batizado, crismado, onde recebeu a comunhão; se então sente, num estremecimento da alma, uma doce saudade do passado; e se, à luz dos acontecimentos, vê que, há cinquenta anos, estamos decididos a retirar o crucifixo das escolas, das creches, dos tribunais, dos hospitais, para lançá-lo à rua; que exilamos monges e freiras porque rezavam e ensinavam; que fizemos da lei de separação um princípio inviolável para, um dia, fechar suas igrejas e expulsar seus sacerdotes, contra os quais talvez tenha escutado com demasiada complacência rumores infames, quando, na verdade, são seus melhores amigos; que fizemos da escola laica uma lei inviolável para formar, como dissemos, gerações sem Deus, os bolcheviques de amanhã; que, em última análise, foi Cristo, foi Deus que foi expulso da França, e que isso constitui de fato a aplicação rigorosa do plano judeo-maçônico; se você vê essas coisas, e se finalmente compreende o aviso dos Protocolos, confirmado pelos fatos, una-se contra os judeus e os maçons.
Amanhã? Não: hoje, se não quiser ser surpreendido pela “Grande Noite”. Um Ministro da Guerra, sem dúvida melhor informado, pareceu dizer-nos, ao demitir-se, que o perigo se avizinhava para 1921. Em 1924, como conclusão da visita do Sr. Herriot a Moscou, Trotsky declarou numa reunião comunista:
“O Sr. Herriot será em breve primeiro-ministro na França e ali estabelecerá um regime ao estilo Kerensky, cujo resultado será o triunfo dos comunistas sobre a burguesia francesa. Cuidado para não acordardes tarde demais.”
Um conselho supremo: No alvorecer deste novo ano, a Igreja nos recorda estas palavras do Evangelho: no oitavo dia, José deu ao Menino o nome de Jesus, que significa Salvador. Creia que o único Salvador é Cristo Jesus; somente Ele ressuscitará a verdadeira França, a França sagrada e tradicional, a França que não é nem judaica nem maçônica, a França católica.
E. JOUIN,
Protonotário Apostólico,
Pároco de Saint-Augustin
[1] https://www.radiospada.org/2017/03/antimassoneria-mons-ernest-jouin/
[2] Ibid.
[3] Revue Internationale des Sociétés Secrètes 1921, p. 2.
[4] Un bon serviteur de l’Église: Monseigneur Jouin (Paris, 1936).
[5] Não podemos tratar, em poucas páginas, da historicidade, autenticidade e veracidade dos Protocolos. Fizemo-lo longamente na Introdução e nos Apêndices de nossa edição desta obra, que se encontra disponível nos escritórios da Revue Internationale des Sociétés Secrètes, 8, Avenue Portalis, e na Livraria Emile-Paul, 100, Faubourg Saint-Honoré.
[6] Temos boas razões para afirmar que os Protocolos foram escritos em hebraico, e que a tradução francesa fornecida a Nilus foi feita devido à ignorância dessa língua hebraica por um grande número dos congressistas sionistas em Basileia, em 1897, a começar por Theodor Herzl e Max Nordau.
[7] O grande editor de Nova Iorque, Sr. Putnam, já tinha vários milhares de exemplares dos Protocolos traduzidos para o inglês na encadernação. Os judeus impediram essa publicação ameaçando arruinar o editor.
[8] As páginas referem-se à segunda edição dos Protocolos.
[9] Não devemos confiar nas estatísticas enviesadas dos judeus. Um grande número deles afirma ser súdito originário da nação que habita sob um nome suposto. Entre aqueles que estudam seriamente a questão judaica, muitos estimam que essa raça conta entre 35 e 40 milhões de indivíduos em todo o mundo.
[10] Os judeus necessitam do segredo das Lojas: “Por que fomos levados a imaginar nossa política e a implantá-la entre os gentios? Nós a inculcamos neles sem lhes permitir compreender seu sentido íntimo. O que nos levou a adotar tal linha de conduta, senão o fato de que, como raça dispersa, não podemos atingir nosso objetivo por meios diretos, mas apenas por meios indiretos? Tal foi a verdadeira causa de nossa organização da Maçonaria, cujo sentido esses porcos gentios não compreenderam plenamente, nem sequer suspeitaram o propósito. Eles são atraídos até nós pela multidão de nossas Lojas que parecem ser apenas maçônicas, para lançar poeira nos olhos de seus camaradas.” (11ª sessão, p. 82).
[11] “O fim justifica os meios. Ao fazer nossos planos, devemos dar mais atenção ao que é necessário e vantajoso do que ao que é bom e moral.” (1ª sessão, p. 35).
[12] O Panorama Geral já estava impresso quando recebemos confirmação da confissão do Kaiser da seguinte maneira: em 2 de dezembro de 1920, Mons. Polit, Arcebispo de Quito, disse-nos que havia visitado a Abadessa de Maredret, na Bélgica, no dia anterior, e que ela lhe dissera estas palavras: “Monsenhor, o senhor está sentado na cadeira ocupada pelo Imperador da Alemanha, quando ele me disse claramente: ‘Não fui eu; foram os judeus e os maçons que fizeram a guerra’”.
[13] A seguinte citação responde bem às armadilhas judeo-maçônicas que divertem o povo e o desviam das idéias sérias. O lado esportivo, com os escoteiros antes da guerra, e as leis pós-escolares depois da paz, enquadram-se perfeitamente no mesmo plano. Quanto à onda de prazeres desencadeada em todos os países, vemos que ela provém particularmente da mesma fonte. Leiam e comparem: “Para impedi-los de descobrir uma nova linha de conduta na política, nós os distrairemos também com todo tipo de entretenimentos: jogos, passatempos, paixões, casas públicas”. “Em breve colocaremos anúncios nos jornais, convidando o povo a participar de todo tipo de competições artísticas, esportivas etc. Esses novos entretenimentos distrairão permanentemente o espírito público das questões que poderiam nos colocar em conflito com a população. À medida que o povo perder gradualmente o dom de pensar por si mesmo, ele uivará conosco, pela simples razão de que seremos os únicos membros da sociedade capazes de propor novas idéias; esses caminhos desconhecidos serão abertos ao pensamento por intermediários que não podem ser suspeitos de serem nossos.” (13ª sessão, p. 92). Além disso, qualquer tentativa de independência será reprimida pelo terror convenientemente favorecido pela civilização moderna: “Objetar-se-á que as nações poderiam pegar em armas contra nós se nossos planos fossem descobertos prematuramente; mas, diante dessa possibilidade, podemos contar com a ativação de uma força tão formidável que faria tremer os homens mais corajosos: até então, ferrovias metropolitanas e passagens subterrâneas terão sido construídas em todas as cidades. A partir desses lugares subterrâneos, faremos explodir todas as cidades do mundo, com suas instituições e seus documentos.” (9ª sessão, p. 70).
[14] Relatório da convenção de 1904, p. 453.
[15] Na página 76 (10ª sessão), os judeus tomaram medidas para assegurar que os Presidentes da República fossem sempre homens corruptos, com um escândalo como o do Panamá ou algum outro caso obscuro semelhante em seu histórico, a fim de torná-los executores fiéis de seus planos. A aplicação não é difícil. Do mesmo modo, nos Estados Unidos, Wilson era o vassalo do judeu Brandeis; e o recém-eleito Harding é maçom, já prisioneiro da Judeo-Maçonaria. Desde nossa primeira edição, em 1921, quantos outros exemplos poderíamos encontrar?
[16] Isto é o que os judeus chamam de conquistas pacíficas: “Nosso Estado, seguindo o caminho das conquistas pacíficas, tem o direito de substituir os horrores da guerra por outros menos aparentes e mais expeditos, que são necessários para manter o terror e produzir a submissão cega. Uma severidade justa e implacável é o principal fator no poder de um Estado. Não é meramente pela vantagem que dela se pode tirar, mas também pelo amor ao dever e à vitória que devemos aderir ao programa de violência e hipocrisia. Nossos princípios são tão poderosos quanto os meios que empregamos para realizá-los. Portanto, triunfaremos certamente, não apenas por estes mesmos meios, mas pela severidade de nossas doutrinas, e faremos de todos os governos escravos de nosso Supergoverno. Bastará que se saiba que somos implacáveis quando se trata de quebrar a resistência.” (1ª Sessão, p. 37).
[17] 23ª sessão, p. 139. — Os povos demasiado infelizes pedirão eles próprios um governo judeu; se necessário, serão forçados a fazê-lo por todos os flagelos; “Mas vós mesmos sabeis perfeitamente que, para que a multidão chegue a clamar por tal pedido, é necessário que em todos os países haja uma perturbação contínua das relações existentes entre o povo e os governos — hostilidades, guerras, ódios e até o martírio da fome e da miséria, de doenças inoculadas — e isso a tal ponto que os gentios não vejam outra saída para seus infortúnios senão um apelo ao nosso dinheiro e à nossa soberania completa”. “Mas, se dermos tempo à nação para se recompor, é pouco provável que tal oportunidade se apresente novamente.” (10ª sessão, p. 79).
