Giovanni Battista Montini (1897–1978)
Randy Engel, The Rite of Sodomy: Homosexuality and the Roman Catholic Church (3 vols.) (New Engel Publishing, 2011)
Montini com seu amigo e confidente Jean Guitton (1901–1999)
“Como pôde um sucessor de Pedro em tão pouco tempo causar mais dano à Igreja do que a Revolução de 1789? Fazer algo que nenhum heresiarca jamais conseguiu fazer? Temos realmente um papa ou um intruso assentado na Cátedra de Pedro?” — Arcebispo Marcel Lefebvre, comentando sobre o reinado de Paulo VI em 1976.
Giovanni Battista Montini, o exterminador de sacramentos
Retrato de Giovanni Battista Montini, Secretário de Estado do Vaticano, por volta de 1953
Ricardo de la Cierva, Las puertas del infierno: La historia de la Iglesia jamás contada (Fénix, 2006)
Família Montini, por volta de 1904. A partir da esquerda: Giorgio, Giovanni Battista, Guiditta, Lodovico e Francesco.
O jovem Battista em 1919
Padre Montini no dia de sua ordenação, em 1920
Aldo Moro (1916–1978) e Giulio Andreotti (1919–2013)
Giovanni Montini com Maria De Unterrichter (1902–1975) e Igino Righetti (1904–1939)
Owen Chadwick, Britain and the Vatican during the Second World War (Cambridge, 1986)
Palmiro Togliatti (1893–1964), líder do Partido Comunista Italiano
Montini fotografado ao lado de Pio XII durante seu serviço na Secretaria de Estado do Vaticano
Montini observando Pio XII durante seu serviço na Secretaria de Estado do Vaticano
Cardeal Eugène Tisserant (1884–1972) e Johannes Willebrands (1909–2006), articuladores do diabólico Pacto de Metz
Alighiero Tondi (1908–1984), jesuíta espião da União Soviética no Vaticano
Montini em Milão, 1958
Montini e Jacques Maritain durante uma audiência privada no Vaticano (11 de setembro de 1965)
Montini já feito cardeal por Angelo Roncalli (c. 1960)
Robin Bryans, The Dust Never Settles (Honeyford Press, 1992)
Visconde Evan Tredegar (1893–1949)
Roger Peyrefitte (1907–2000)
O ator Paolo Carlini (1922–1979)
Atila Sinke Guimarães, Vatican II, Homosexuality & Pedophilia (Tradition in Action, 2004)
Franco Bellegrandi, NichitaRoncalli: Controvita di un Papa (Edizioni Internazionali di Letteratura e Scienze, 1994)
O Padre Georges de Nantes na Basílica de São Pedro, 13 de abril de 1973
Montini em 1959
Monsenhor Ernest Jouin (1844–1932), à esquerda, reuniu provas incontestáveis de que o Cardeal Mariano Rampolla del Tindaro (1843–1913), à direita, era membro da Ordo Templi Orientis, impedindo assim sua eleição no conclave que elevou São Pio X ao pontificado.
Cardeal Pietro Gasparri (1852–1934), da “rede Rampolla”
Montini e seu sorriso de Judas
Piers Compton, The Broken Cross: The Hidden Hand in the Vatican (Veritas, 1984)
Jean Cardonnel (1921–2009)
Maurice Zundel (1897–1975)
A “Cruz quebrada ou dobrada” foi um distintivo representativo de Montini-P6, uma cruz horrenda que mostra uma figura repulsiva e distorcida de Cristo, uma zombaria e uma paródia blasfema de Nosso Senhor Jesus Cristo Crucificado, um símbolo proibido usado por satanistas para representar o Anticristo, e que Piers Compton assegura ter sido utilizado para fins ocultistas, como demonstram certas talhas em madeira que podem ser vistas no Museu de Bruxaria de Bayonne, na França.
O Ephod, um antigo ornamento judaico com 12 pedras representando os 12 filhos de Jacó, tal como Caifás o usava quando mandou crucificar Nosso Senhor Jesus Cristo, e que Montini-P6 também exibiu orgulhosamente em muitas ocasiões diante do olhar atônito de milhões de almas em todo o mundo.
Montini carregando o Ephod
Montini carregando o Ephod no Yankee Stadium, Nova York, segunda-feira, 4 de outubro de 1965
Montini carregando o Ephod em Nova York, 1965
Visita de Montini à cidade de Nova York em 1965
Acompanhado pelo Cardeal Spellman, Montini caminha pelas ruas de Nova York, 1965
Montini na sede das Nações Unidas em Nova York, 1965
Montini discursa na Assembléia Geral das Nações Unidas em Nova York, 1965
Montini discursa na Assembléia Geral das Nações Unidas em Nova York, 1965
“Meditation Room” na ONU. O mural de Bo Beskow (1906–1989), doado pela Fundação Marshall Field dos Amigos da ONU, decora a extremidade estreita da sala de meditação em forma de V (108 x 78 polegadas, 2,75 x 1,98 metros).
A sala foi inaugurada em 1952 e reformada em 1957. Os doze bancos foram desenhados por Carl Malmsten (1888–1972), um designer de mobiliário, arquiteto e educador sueco, conhecido pelo seu interesse pelo artesanato tradicional simples. Um mural abstrato do artista sueco Bo Beskow, amigo próximo de Dag Hammarskjöld (1905–1961), ex-secretário-geral da ONU, destaca a sala e é pintado em formas geométricas azuis, brancas, amarelas e cinza. O único ponto preto, ou semicírculo, leva o olhar do visitante a um ponto de descanso. O design abstrato foi decidido para se alinhar aos propósitos inter-religiosos da sala, onde as pessoas pudessem se isolar, independentemente de sua fé, credo ou religião. (Fonte: ONU)
Detalhe do “altar”. A placa de minério de ferro de seis toneladas no meio da sala foi doada pela Suécia (Rei Carl VI Gustav) em 1952.
Carta de Montini a Thomas Merton (10 de julho de 1963), logo após sua “eleição”. Repare na assinatura.
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Este é o primeiro Quadro 12 original da “porta de bronze” da Basílica de São Pedro, que representa o Concílio Ecumênico Vaticano II, com quatro Padres conciliares entre João XXIII e Paulo VI. Desde o protesto de Dom Luigi Villa, um cardeal mandou raspar o símbolo maçônico exposto no dorso da mão esquerda de Paulo VI e, em seguida, o Quadro 12 foi substituído.
Pormenor da figura de Paulo VI, no Quadro n° 12 original da “porta de bronze” da Basílica de São Pedro em Roma. A estátua de Montini foi esculpida de perfil para que a estrela maçônica de cinco pontas esculpida acima de sua mão esquerda, o pentagrama maçônico, pudesse ser vista claramente.
Escultura de Montini por Floriano Bodini
Bodini e sua criatura
A criatura de Bodini em outro ângulo
Outra escultura inquietante de Montini por Floriano Bodini
Mais uma escultura perturbadora de Montini por Floriano Bodini
Não se pode negar, porém, que Bodini retratou muito bem no plano material a feiúria de Montini no plano imaterial.
Outra escultura bizarra de Bodini
Esta escultura de Bodini chama-se “Bispos”, e um deles está claramente fazendo um sinal satânico com a mão esquerda.
A estátua maçônica de Paulo VI no Sacro Monte di Varese, Lombardia, Itália. Além da estátua colocada sobre uma coluna que tem como pedestal cinco estranhos degraus irregulares, o monumento apresenta muitos símbolos maçônicos que identificam os emblemas heráldicos do 16°, 17° e 18° graus da Maçonaria de Rito Escocês Antigo e Aceite.
Outro ângulo da estátua maçônica de Paulo VI. O pedestal circular sobre o qual repousa a estátua de Paulo VI é composto por vários níveis. Essa estrutura o torna semelhante a uma pirâmide zigurate da antiga Babilônia. O primeiro nível, feito de granito, é dividido como uma fatia de pizza em dez grandes seções.
Franco Adessa, A Paolo VI, un monumento massonico (Editrice Civiltà, 2000)
O estranho cordeiro de cinco patas debaixo da estátua de Paulo VI
“Esta é a lápide que Paulo VI mandou fazer para sua mãe, que foi criada judia e parece ter sido uma falsa convertida ao catolicismo. Ela é inteiramente composta por símbolos maçônicos ocultistas, sem nada de cristão. Um muro foi erguido ao redor dela depois que atraiu muita atenção e críticas.” — Darrell Wright (Fonte da imagem: Chiesa Viva)
Símbolos maçônicos esculpidos na pedra tumular da mãe de Montini, Giuditta Alghisi, no cemitério de Verolavechia, Brescia, Itália.

4) “Um retrato não convencional” de Montini

Em abril de 1977, a Smithsonian Magazine publicou uma matéria a respeito do quadro abaixo, intitulada “Um retrato não convencional de Paulo VI é aceito pelo Vaticano”.

“Aqueles grandes patronos das artes, os papas do Renascimento, costumavam encomendar ao artista a seu serviço — Rafael, Ticiano, Velázquez — que pintasse seus retratos. O resultado foi algumas das maiores pinturas já produzidas. Desde então, essa prática entrou em declínio (assim como a própria arte do retrato). Por isso, foi com certa surpresa que o mundo soube, no outono passado, que havia sido pintado um retrato do Papa Paulo VI, embora ele não o tivesse encomendado nem, aliás, posado para ele. Além disso, tratava-se de um estilo semiabstrato, diferente de qualquer retrato papal anterior.

“O artista era um alemão de 42 anos chamado Ernst Günter Hansing [1929–2011]. O Papa Paulo não reagiu inicialmente com entusiasmo ao fato de ter seu retrato pintado, mas depois acabou consentindo. Hansing recebeu um pequeno estúdio no edifício que abriga o posto de gasolina do Vaticano e, durante os dois anos e meio seguintes, ao longo de 13 visitas distintas a Roma, observou seu modelo a partir da primeira fila nas audiências papais.

“O retrato final foi aceito pelo Papa. Sua Santidade descreveu a pintura como ‘um espelho da situação da Igreja hoje’. Anteriormente, ao ver um esboço preliminar, fez o que provavelmente foi sua aproximação mais próxima de uma crítica de arte. Foi uma observação elegantemente oblíqua: ‘Seria quase necessária uma nova filosofia para apreender o significado disso em seu contexto’.” — Smithsonian Magazine, abril de 1977, p. 60–61.

Da edição de 8 de novembro de 1971 da revista Time:

“Atrás de uma porta trancada na Cidade do Vaticano, aguarda um presente para o Papa Paulo VI que pode concebivelmente agradar ao seu destinatário, mas que já chocou muitos que viram fotografias da obra. O presente é um grande retrato de Sua Santidade (cerca de 21,6 metros por 3,6 metros), pintado em um estilo semiabstrato, no qual o rosto emaciado e sofrido do Papa e suas mãos postas são o foco de feixes estilhaçados de luz. O pintor alemão Ernst Guenter Hansing, de 42 anos, esboçou seu modelo durante doze estadias prolongadas no Vaticano ao longo de um período de 21 anos. Embora nunca tenha tido uma sessão privada, ele recebeu um assento na primeira fila em cerimônias papais para trabalhar. ‘Eu queria mais do que apenas a imagem de uma pessoa’, diz Hansing, que é luterano. ‘Eu queria mostrar a situação carregada de tensão da Igreja, presa em uma multiplicidade de questões, conforme refletido no semblante do Papa’.”

“Em primeiro lugar, não existe apenas uma, mas nove versões desta cena. Cada uma conta, acredito eu, uma parte de uma história que começa no Concílio Vaticano II e culmina nas acusações públicas de que Paulo VI era homossexual. Abaixo estão três versões, criadas em 1970, 1970/71 e 1975, respectivamente. A terceira faz parte de uma série de serigrafias baseadas na segunda versão pintada do retrato.

A inacreditavelmente diabólica escultura da Sala Paulo VI. Quem a espelhar verá claramente uma cabeça de bode. Desta vez o meliante autor foi Pericle Fazzini (1913–1987)
Paulo VI, em seu testamento, havia expressado o desejo de que seu caixão fosse colocado sobre a terra nua e que sobre ele fosse posto, aberto, o livro dos Evangelhos. Mas por que não a Cruz?” — Dom Luigi Villa.

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